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  • Foto do escritorOsvaldo Shimoda

O Planeta Terra foi feito para os analfabetos emocionais - Parte 3


O ser humano tende a resistir a tudo o que é novo, pois, tem medo do desconhecido. Na língua portuguesa, há uma palavra que se refere a esse medo do novo. É o misoneísmo ou neofobia, que é “a aversão, repulsa a tudo o que é novo, novidade”.


A história da ciência está recheada de casos de misoneísmo, que é o do Dr. John Edward Mack, professor e diretor do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Harvard (EUA).


Apesar de sua sólida e conceituada carreira acadêmica em Harvard (ele escreveu 11 livros e mais de 150 artigos científicos) foi expulso da Universidade por ter na déc. 90 iniciado suas pesquisas com pacientes abduzidos por alienígenas. Entrou na justiça e ganhou a causa – o juiz ordenou que o reitor o readmitisse na Universidade.


No início de suas pesquisas com os pacientes que diziam terem sido abduzidos pelos alienígenas - nas sessões de regressão de memória - ele achava que esses pacientes sofriam de um transtorno psiquiátrico, uma nova psicopatologia que a psiquiatria não conhecia ou que eles tinham uma imaginação fértil.


Mas, após esses pacientes terem se submetido a váriostestes psicológicos, não se constatou nenhum desequilíbrio ou transtorno de personalidade. Ele constatou também, através desses testes psicológicos, que eles não eram sugestionáveis. Eram, sim, bastantes suscetíveis à hipnose, mas, não sugestionáveis, pois tinham opinião própria, não se deixavam ser levados, influenciados facilmente.


Por fim, ele concluiu também que não era uma contaminação cultural desses pacientes - que diziam terem sido abduzidos pelos aliens- porque ele pesquisou nativos da Ilha de Nova Guiné, que diziam que foram abduzidos, mas, não tinham TV, rádio e nem Internet.


Não obstante, até hoje a comunidade científica se recusa a pesquisar pessoas que dizem que foram abduzidas pelos aliens, tratando desses casos com preconceito e até mesmo com deboche.


No meu entender, a comunidade científica tornou-se tão dogmática quanto à Igreja Católica no período da inquisição na Idade Média, quando o assunto é abdução por alienígenas, visto ainda como um tema que não merece ser estudado de forma séria e aprofundada, pois, ainda é um tabu no meio deles.


No entanto, afirmei nos artigos anteriores (“O Planeta Terra foi feito para os analfabetos emocionais – Parte 1 e 2”) que é crescenteo número de pacientes que nas sessões de regressão de memória, descobrem que são alienígenas, e que sua verdadeira família é a cósmica, portanto, também alienígena.


Mas, há exceções no meio científico de pesquisadores que vêm estudando à sério sobre os aliens. O Dr. Ellis Silver, pesquisador norte-americano, PhD, ecologista, professor da Universidade de Cornell (EUA), é autor do livro: “Os humanos não são da Terra: Uma avaliação científica das evidências”.


Ele afirma que os humanos não são da Terra, pois os nossos ancestrais foram trazidos de outro planeta e ficaram presos aqui. No livro “Os Exilados da Capela”, escrito em 1949 por Edgard Armond (Federação Espírita do Estado de São Paulo) confirma a tese do Dr. Ellis Silver de que os nossos ancestrais foram trazidos de outro planeta.


Capela é a estrela mais brilhante da Constelação do Cocheiro, perto da Constelação de Órion. Armond diz em seu livro, que uma tribo rudimentar na África fala que os seus ancestrais não nasceram na Terra, mas, que vieram rebaixados, exilados de outro planeta mais evoluído.


Essa tribo africana venera o céu estrelado, aponta com o dedo o céu estrelado, dizendo que a sua verdadeira morada é em Capela. Segundo o autor, em Capela, os espíritos mais evoluídos baniram um grupo de moradores dessa estrela de índole má, corruptos e sem ética para o planeta

Terra. Portanto, seríamos, então, descendentes de Capela.


O dr. Ellis Silver, afirma que não somos da Terra pelas seguintes evidências descritas em seu livro:


1ª) Sentimento de desamparo: Muitas pessoas sentem saudade (sem saber do quê?) ao olharem à noite, num céu estrelado (muitas até choram).


2ª) Complicações no parto: O principal indício de que os seres humanos não são da Terra é o parto. No reino animal, os nascimentos costumam ser mais fáceis e mais rápidos, o que não ocorre nos humanos, onde a mulher sofre muito, e pode até mesmo ter complicações durante o parto, podendo levá-la ao óbito e mesmo à criança.


3ª) Desenvolvimento lento: Após o nascimento, os seres humanos levam anos para se tornarem independentes, ao contrário dos animais.


4ª) Somos muito sensíveis ao sol, principalmente quando olhamos direto para ele: Isso não ocorre com os pássaros, que têm uma pálpebra extra (membrana nictante), que é uma 3ª pálpebra, que os protegem da chuva e evita que eles fiquem cegos ao olharem direto ao sol. O organismo dos pássaros produzem também uma gordura que deixam suas penas impermeabilizantes, fazendo com que a água da chuva escorra pelas suas penas, não as encharcando.


Vou relatar um acaso muito interessante de uma paciente de 40 anos, solteira. Ela sofria de transtorno de não pertencimento, não encontrava sua “tribo”, pois não se identificava com nenhum grupo social, sentindo-se solitária e isolada. Desde criança, olhava à noite para o céu estrelado e chorava muito de saudade, sem saber do quê?


Numa das sessões de regressão, o seu mentor espiritual apareceu e se identificou como sendo o seu verdadeiro paide sua família cósmica, de onde ela veio antes de encarnar na Terra.


Ele lhe revelou que o planeta à qual pertencia (ela também) se chamava Acquaptetum. Disse-lhe que esse planeta era azul, feito somente de água, encontrada em forma de vapor na atmosfera.


A paciente me disse: “Nossa! Estou vendo nitidamente o meu pai. Ele tem olhos bem grandes, a ponto de pegar à metade de seu rosto, são negros, e brilham muito. Seu nariz são dois furos verticais, ou seja, duas fendas, e ele não tem boca.


Ele está brincando comigo, pede para eu não esquecer de falar ao senhor(terapeuta) que ele só têm dois dedos e não cinco como os dos humanos (ela fala rindo).


Agora, ele me mostra os seus pés, que, na verdade, são patas, com apenas dois dedões grandes e bem grossos, em forma de garras, que lembram os dos dinossauros. Seus braços e pernas são bem alongadas, ele é magro, bem alto, deve ter uns 3 metros de altura. A cabeça é ovalada, o seu queixo é pontudo e a sua pele é cinza azulada.


Ele usa uma roupa bem colada ao corpo, como se fosse uma segunda pele. Ele não tem cabelo e nem pelos, e suas orelhas são bem pequenas. O meu pai cósmico se aproxima de mim e com o seu dedo indicador faz uma incisão em minha testa.


Nossa! Senti um choque... Ele tirou uma larva amarela. Fala que retirou um implante (a larva é um parasita, uma arma espiritual, fluídica, portanto, não visível a olho nu e nem detectável por nenhum aparelho médico terreno, como a ressonância magnética) instalado por um ser espiritual das trevas, também alienígena, quando baixei a minha vibração energética.


Conclusão:


Diz que esse obsessor espiritual, que é um alien, implantou essa larva em mim para atrapalhar o meu raciocínio, confundindo os meus pensamentos e gerando uma confusão mental. Mas pede para não me preocupar, pois ele a retirou de minha testa. Agradece ao senhor e a essa terapia, por essa oportunidade de conversar comigo para que eu soubesse que não estou sozinha, pois ele está sempre comigo”.

No final da terapia, ela me revelou que não se sentia mais solitária e isolada, pois se conscientizou que não estava sozinha nesse planeta, pois seu pai cósmico estava sempre perto dela.



O Planeta Terra foi feito para os analfabetos emocionais - Parte 3



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