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  • Foto do escritorOsvaldo Shimoda

Certa ocasião, esclareci a uma paciente, que os sábios têm o dom de não ver através da ilusão. Eles têm a habilidade de ver a vida realmente como ela é, sem mistificá-la, não entrando na ilusão.


Ilusão é uma mentira, uma inverdade. Fomos educados mais para a mentira do que para a verdade. Quantas mentiras (ilusões) você aprendeu e, muitas vezes, nem tem consciência disso e, o pior, morre acreditando nelas.


Por isso, a proposta da TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual é ajudar os pacientes a desmistificarem às suas ilusões mentais. Aliás, a palavra ciência vem de cons/ciência. Ou seja, ciência é a própria consciência.


Por isso, o papel da ciência é desmistificar às superstições, crendices populares, as mentiras cultivadas pelas pessoas. Recentemente, saímos de uma pandemia gerado pelo novo coronavírus. Quantas pessoas não tomaram a vacina e, muitas perderam a vida, por terem acreditado em várias teorias conspiratórias da vacina contra a covid-19.


Voltando à paciente que mencionei no início desse artigo, eu lhe disse que não somos da Terra, mas, estamos, pois, não somos desse planeta, viemos de fora, de outros planetas, galáxias, estrelas.


A bem da verdade, estamos na Terra passando temporariamente por uma experiência humana, em busca de mais evolução, porém, esquecidos de que não somos humanos.


Aí a paciente me disse: - Dr. Osvaldo, minha mentora espiritual está lhe fazendo uma pequena correção. Ela diz que 75% das pessoas que habitam o planeta Terra realmente vêm de fora, mas, 25% são daqui mesmo, originários da Terra, são, portanto, terráqueos.


Está se tornando cada vez mais comum na regressão de memória os pacientes se verem como alienígenas e que os extraterrestres são sua família real, bem como os seus mentores espirituais, também são seres estelares, em sua maioria.


É importante esclarecer, que há cinco tipos de mentores espirituais: 


1º) Humanos desencarnados;  


2º) Angelicais (Anjos);


3º) Mentores Ascensionados da Grande Fraternidade Branca, que são em sete:


a) El Morya;

b) Kuthumi;

c) Mestra Rowena;

d) Seraphis Bey;

e) Hilarion;

f) Mestra Nada

g) Mestre Saint Germain.


4º) Mentores estelares (Aliens): 


a) Humanóides (parecem humanos, mas, não são). Ex: Grays, andromedanos, sirianos, pleiadianos;

b) Não humanos (biotipo de animal):

1) Os aviários;

2) Os felinos;

3) Os reptilianos;

4) Insetóides;


5º) Preto velho, caboclo, exu, pomba gira.


Diálogos, experiências transformadoras, cirurgias de retiradas de implantes pelos médicos estelares, orientações sábias dos mentores espirituais alienígenas ocorrem com muita frequência, nessa terapia. Portanto, através da TRE, o paciente é direcionado para este contato com eles.


É crescente o número de pacientes nas sessões de regressão, que descobrem que a sua família de alma, sua verdadeira família, é a cósmica (extraterrestre) que está em outro planeta, sua verdadeira morada, aonde veio antes de reencarnar na Terra.


Vale lembrar, portanto, que não somos humanos – em sua maioria – estamos passando temporariamente por uma experiência num corpo de humano, porém, esquecidos disso, por conta do véu do esquecimento e quando desencarnados, voltamos à nossa verdadeira morada que é lá no cosmos, no universo.


Dr. Ellis Silver, Ph.D., ecologista, professor da Universidade de Cornell, nos EUA, pesquisador norte-americano, autor do livro: “Os humanos não são da Terra: Uma avaliação científica das evidências”, afirma que os nossos ancestrais foram trazidos de outro planeta e focaram presos aqui.


Em seu livro, ele descreve evidências (selecionei as quatro principais) de que não somos originários da Terra: 


1ª) Sentimento de desamparo: saudade, sem saber do quê, onde muitas pessoas sentem, ao olhar à noite num céu estrelado (tem gente que chora);

2ª) Complicações no parto: É o principal sinal de que os seres humanos não são da Terra. No reino animal, os nascimentos costumam ser mais fáceis e mais rápidos;

3ª) Desenvolvimento lento: Após o nascimento, os seres humanos levam vários anos (muitos a vida toda) para se tornarem independentes, ao contrário dos animais;

4ª) Somos muto sensíveis ao sol: Se olharmos direto para o sol, por muito tempo, pode ocorrer uma lesão séria no globo ocular.


Os pássaros têm uma pálpebra extra (membrana nictitante) que é uma 3ª pálpebra, que os protegem contra a chuva e evita que fiquem cegos o olharem diretamente ao sol.


Veja a seguir, um caso interessante de uma paciente de 33 anos, solteira, que, na regressão de memória conversou com sua mãe de alma (sua verdadeira família, cósmica, de onde ela veio antes de encarnar na Terra), um humanoide, e descobriu que ela também era um humanoide.


Caso Clínico: Transtorno de não pertencimento

Mulher de 33 anos, solteira


A paciente me procurou porque sofria de transtorno de não pertencimento, ou seja, não se sentia pertencente à sua família terrena. Ela se sentia um “peixe fora d’água” em sua família em valores, crenças, costumes, hábitos, gostos e modo de ver à vida. Ou seja, não gostava o que a sua família (pais e dois irmãos) gostava ou valorizava.


Por isso, sentia-se perdida e solitária em sua família. Desde criança, achava que era filha adotiva e quando olhava à noite para céu estralo, sentia saudade – sem saber do quê - e chorava.


Numa das sessões de regressão, ela me relatou: - Vejo várias construções estranhas como se fossem pirâmides e, no topo de cada uma delas, têm uma cúpula redonda.


Há também, uma praça ao lado de uma dessas construções em forma de pirâmide. Ela tem um chafariz enorme e tem uma escada na entrada dessa construção... Vou subir essa escada... Subo e encontro com alguns seres que não são humanos, parecem, mas não são. Eles têm luz, brilham muito em volta deles, e têm pele meio azulada, são seres azuis.


Eles me recepcionam e um deles me leva a uma mulher – ela tem olhos bem grandes, a ponto de pegar metade de seu rosto, e são bem puxados. A íris dos olhos dela parece de cristal cor cinza e brilha muito.


Ela é um humanoide, seus cabelos são compridos, ondulados, e suas orelhas são bem pontudas.


Agora, consigo me ver, sou que nem essa mulher, minha pele também é azul. Ela me diz que é a minha mãe cósmica. Diz que o seu nome é Carantiká e o nosso planeta se chama Escalarte e a nossa galáxia é de Andrômeda (seu formato é em espiral e é a galáxia mais próxima da Via Láctea).


Ela me explica, que toda a energia de nosso planeta se concentra nas cúpulas das pirâmides, que essas energias estão interligadas uma pirâmide à outra. São energias muito sutis e que a vibração energética da população do planeta é que mantém essa energia que é responsável pela estabilidade da paz do planeta.


Minha mãe cósmica coloca às suas duas mãos em meu rosto e fala: - Minha filha, esforça-te e ascensione! Aprenda o que tem que aprender; faça o que tem que fazer para não precisar mais reencarnar na Terra e voltar ao nosso planeta, à sua verdadeira família.


Terapeuta: - Pergunte-lhe o que você tem que aprender e fazer aqui na Terra?


Paciente: - Ela fala que tenho que aprender a amar incondicionalmente, não olhando as condições humanas, como a pobreza, a falta de fé, tristeza, o abandono, poluição, a matança.


Ela me diz: - Não identifique tudo isso como coisa sua porque você não é humana, minha filha! (paciente fala chorando).


Sinto um alívio por reencontrá-la. A minha família cósmica inteira está nesse planeta. Sinto o amor que ela sente por mim, um preenchimento na alma que nunca senti. É uma plenitude que nunca senti aqui na Terra. Ela diz que é por isso que me sinto um “peixe fora d’água” em minha família terrena.


Mas fala para eu respeitar e amar a minha família terrena. Fala também que os meus pais da Terra não sabiam o que era amor, antes de eu vir como filha deles. Pede para não me sentir sozinha. Diz que embora eu não a veja, ela sempre me ajuda orando e emanando boas vibrações, bons pensamentos. Eu me sinto triste por ter que me despedir dela (fala chorando).


Mas estou aliviada de saber que não estou sozinha na Terra, que tenho a minha verdadeira família. Escalarte, o planeta de onde vim, é bem evoluído, onde os habitantes são felizes, amorosos e serenos.


Em minha mãe cósmica, sinto o verdadeiro amor de mãe, é uma conexão mais profunda. Não que a minha mãe terrena não sinta amor por mim. Mas é um amor diferente, sábio, que permitiu que sua filha viesse ao planeta Terra tão distante dela para evoluir e crescer. O amor que sinto dela é um amor verdadeiro de mãe, sem apego, egoísmo ou possessividade.


Conclusão:


Essa paciente descobriu e reencontrou sua verdadeira família e morada que é no planeta Escalarte, em Andrômeda. Ela reencontrou sua mãe verdadeira que também é a sua mentora espiritual. Por isso, no final da terapia, ela me disse que não mais se sentia sozinha e perdida.


Notem, leitores(as), por que tantos avistamentos de naves em várias partes da Terra? Na verdade, são as famílias cósmicas, como é o caso dessa paciente, que estão aqui observando, acompanhando como os seus filhos estão cumprindo às suas missões nesse planeta.



Os Humanos não são da Terra

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Lembranças reencarnatórias ou imaginação?


Em 1989, quando os meus pacientes passavam pela regressão de memória às vidas passadas, era comum eles me indagarem se tudo o que viram foi realmente uma lembrança reencarnatória ou fruto de sua imaginação?


A Terra é regida pela lei do esquecimento


Esse planeta é regida pela lei do esquecimento, que se manifesta em forma de amnésia. Freud chamava esse estado de amnésia de barreira da memória; Kardec se referia a essa amnésia - que nos impede de lembrar às nossas vidas passadas - de véu do esquecimento do passado;


Buda a chamava de véu de Maya (ilusão) e os sábios sacerdotes do Egito antigo de véu de Ísis.


Ou seja, todos estavam se referindo ao mesmo assunto; porém, utilizaram termos diferentes.


Somos muito mais inconscientes do que conscientes


O próprio Carl G. Jung, discípulo dileto de Freud, dizia em relação à essa amnésia: “O consciente é uma pequena ilha localizada no mar imenso do inconsciente”. Ou seja, ele queria dizer que somos muito mais inconscientes do que conscientes, por conta do véu do esquecimento do passado.


O Google é uma valiosa ferramenta de informações


Sendo assim, é natural o questionamento, a dúvida, o paciente indagar se o que trouxe na regressão de memória foi real, uma lembrança de uma vida passada ou fruto de sua imaginação. No entanto, hoje, temos a valiosa ferramenta do Google, como busca de informações. Quando o paciente me questiona se o que trouxe na regressão foi real ou imaginário, eu nem o oriento a fazer a busca no Google, pois sei que ele vai fazer isso.


O paciente que se viu numa vida passada, usando um sapato estranho


É o caso de um paciente de 35 anos, solteiro. Ele se viu numa vida passada calçando um sapato estranho, que ele nunca havia visto. Após fazer a busca no Google, ele encontrou esse sapato – era do séc. 16 – o imprimiu e me mostrou. Era o mesmo modelo de sapato, igualzinho, que havia visto em sua regressão de memória.


Caso interessante de uma jovem que tinha crises de pânico, quando dormia

A seguir, vou relatar outro caso muito interessante de uma paciente de 25 anos, solteira. Ela me procurou, por dois motivos: 1º) Desde criança, sofria de transtorno de ansiedade generalizada (TAG); 2º) Quando dormia, tinha crises de pânico, queria morrer logo, rápido, e, acordava assustada, dava um pulo na cama, sem saber onde estava?


Numa das sessões de regressão, ela me relatou uma cena de sua vida passada: “É noite, vejo flashes de um prédio branco... Nunca vi esse prédio, mas, tenho a impressão de que é da déc.de 50 ou 60.


Vejo, agora, a imagem de um navio bem grande, também, da déc. 50 ou 60. Na verdade, não é um navio, é um submarino, ele está submergindo”.


Terapeuta: “Pergunte em pensamento ao seu mentor espiritual por que ele lhe mostrou essas duas cenas: o prédio branco e o submarino?”


Paciente: “Vejo, agora, um foguete sendo lançado, que está ligado à época da guerra fria (1945 – 1960). O meu mentor espiritual me fala que eu vivi nessa época, que foi a minha última encarnação, antes da vida atual.


Ela era um militar norte-americano


Eu era um homem, a impressão que me vem é que era um norte-americano. Quando falei isso, me deu uma dor muito forte no pescoço do lado direito, vejo muita fumaça e ouvi uma explosão.


A dor no pescoço veio com a explosão.


Ela tinha uma pinta grande em seu pescoço


Na vida atual, no meu lado direito do pescoço, tenho uma pinta grande e não gosto dela – ela apareceu, depois que nasci, é grande, em alto-relevo” (pesquisa científica do dr. Ian Stevenson – psiquiatra, diretor do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Virgínia, no EUA, evidencia, que, marcas de nascença, aparecem no corpo físico, como uma sequela da forma traumática como uma pessoa morreu, numa vida passada).


Terapeuta: “Pergunte ao seu mentor espiritual o que foi aquela explosão?”


Ela morreu numa explosão de um teste nuclear


Paciente: “Diz que foi a forma como morri na vida passada... Agora, consigo ver, após ter ocorrido a explosão. Estou fora de meu corpo físico, em espírito. Ele me fala que foi uma explosão de um reator nuclear, um experimento científico, mas, que deu errado.


Diz que outras pessoas morreram comigo. Eu fazia parte dos militares desse projeto de lançamento do foguete norte-americano. Sou um homem, não vejo o meu rosto, só consigo me ver do queixo para baixo, uso uma camisa branca, terno azul marinho. Vejo pendurado em meu pescoço, um pingente, a minha pele é branca, e sou um jovem de 24 ou 25 anos.


A paciente sempre teve muita facilidade em aprender o inglês


Ele me revela, que, nessa vida passada, fui enterrado no cemitério militar de Arlington, em Virgínia, nos EUA. Eu me recordo, que, na vida atual, a minha mãe me falou que, quando eu tinha cinco anos, eu dizia que iria morar nos EUA (a paciente reside atualmente nos EUA).


Sempre tive muito interesse pela língua inglesa e facilidade em aprender esse idioma. Agora, tenho certeza de que o que hoje trouxe nessa regressão, não foi fantasia, imaginação de minha cabeça.

 

Ao pesquisar no Google, constatou que houve um acidente nuclear nos EUA


Na sessão seguinte, ela me disse que havia pesquisado no Google para saber se houve um acidente nuclear nos EUA e constatou que realmente houve um acidente de um teste nuclear ocorrido em 03/janeiro/1961, onde o reator nuclear SL-1 explodiu, que resultou no pior desastre nuclear dos Estados Unidos. O reator ficava em Idaho, localizado na região dos Estados das Montanhas Rochosas dos EUA. Três operadores desse reator nuclear experimental morreram (a paciente era um desses três operadores).


Após o encerramento da terapia, ela me encaminhou um e-mail. Vou transcrevê-lo na íntegra: “Dr. Shimoda, Boa noite!


Venho compartilhar contigo os artigos que achei sobre o acidente nuclear que vi na regressão da TRE. Encontrei também um livro chamado “Atomic América” que conta a história do acidente, o motivo do experimento, fatos pessoais das vítimas e até a autópsia.


Na regressão, eu comecei vendo uma casa branca que era o escritório da base militar onde estava o reator nuclear SL1. Depois vi um navio que, em seguida, vi que era um submarino. No livro, conta que esse submarino era chamado de Nautilus. Era um submarino que a União Soviética estava desenvolvendo com energia nuclear, portanto, poderia ficar muito tempo submerso, sem acabar a energia.


Mas o que mais me impressionou em minha pesquisa, foi o dado da autópsia que o livro traz.


Na regressão, vi uma explosão e muita fumaça: na verdade, era vapor de água que foi o que causou a explosão, foi como uma grande panela de pressão. E daí senti muita dor no pescoço do lado direito – eu até especifiquei na regressão, que era do lado direito.


Na autópsia de Richard Leroy Mc Kinley (nome da paciente nessa vida passada) foi dito que ele morreu devido uma ferida pontiaguda na cabeça e destruição do quadrante inferior direito da face, bem como a articulação mandibular direita (é a área próxima ao pescoço, onde senti a dor na regressão).


Anexo aqui as imagens das informações que obtive sobre o submarino, a autópsia de McKinley, foto dele, e o prédio branco que vi na regressão, onde ocorreu o desastre, a explosão nuclear.


Muitíssimo obrigada, mais uma vez. Eu não poderia deixar de compartilhar tamanha evidência do seu trabalho.


Grande abraço!


Conclusão:


O trauma de sua morte na vida passada, ainda estava reverberando na vida presente


A paciente entendeu, através dessa terapia, que a forma traumática de como ela morreu nessa vida passada (morte muito dolorosa e lenta, pois, ela não morreu de imediato, após a explosão nuclear, demorou para morrer) estava ainda reverberando em sua vida atual, provocando o seu transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e as crises de pânico, quando dormia. Ou seja, ela entendeu por que em suas crises de pânico, quando dormia, vinha o pensamento de querer morrer logo, rápido, pulando da cama, acordando assustada, sem saber onde estava?


Quem sofre de transtorno de pânico, tem muito medo de morrer


Nas crises de pânico, é comum o paciente ter muito medo de morrer; no caso dela, era o contrário, ela queria morrer logo, de forma mais rápida, por conta do sofrimento, da dor intensa que sentiu, após a explosão nuclear, em sua vida pretérita.




Fortes evidências dos fatos relatados na regressão de memória

 

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  • Foto do escritorOsvaldo Shimoda

Sentir arrepios, podem estar ligados a várias causas, como: medo, nervosismo, susto, mudança da temperatura ambiente(frio), doenças físicas (febres, inflamações, problemas hormonais, como a menopausa, nas mulheres).


Porém, tirando os aspectos psicológicos e emocionais, físicos e mudanças da temperatura ambiente, os arrepios podem indicar a ocorrência de presenças espirituais. Você com certeza, já deve ter sentido um arrepio que veio “do nada”, sem razão específica, deixando os pelos dos braços eriçados.


Na TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual é comum os pacientes sentirem arrepios e que podem vir acompanhados de calafrios e mesmo sensações de formigamento ou dormência (parestesia, na linguagem médica) nas partes do corpo, sem uma razão aparente, e, repentinamente.


Quando o paciente sente um arrepio quente, suave, agradável, por exemplo, no lado esquerdo de seu corpo é sempre um indicador da presença de um ser espiritual de luz. Por outro lado, quando o arrepio é gelado, desagradável, certamente há uma presença de um ser espiritual das trevas.


Mas por quê?


O arrepio quente, um calor agradável, suave, aconchegante, se dá porque os seres espirituais de luz emanam, irradiam luz de seu campo áurico.


Em contrapartida, os seres espirituais das trevas não irradiam luz, calor; ao contrário, são frios, são figuras escuras, aparecem em forma de vultos escuros, sombras, pois, trazem as emanações vibratórias da região das trevas, que é muito escura e gélida (o mesmo ocorre no espaço sideral, que é muito escuro e frio).


É comum na TRE, o paciente comentar nas sessões de regressão, que o braço direito dele, por exemplo, está muito gelado, como se eu tivesse ligado o ar-condicionado, somente de seu lado direito. Isso ocorre, porque há um ser espiritual das trevas, certamente de seu lado direito, embora não o veja.


É o caso de um jornalista, que passou pela TRE e se tornou um ex-cético (após ter feito essa terapia, ele publicou o seu depoimento pessoal de como foi sua experiência na revista onde ele trabalhava, a revista Sexy, edição 408/dezembro de 2013: Não é que ecxiste? - Depoimento de um jornalista que se tornou um ex-cético, após ter feito uma terapia de regressão).


A princípio, ele me procurou, porque queria que lhe concedesse uma entrevista em sua revista.


Mas, ao invés da entrevista, eu sugeri (fui intuído pela espiritualidade) que ele passasse por essa terapia, pois, argumentei que os leitores de sua revista teriam uma visão mais completa e real, caso ele fizesse essa terapia e, no final, desse o seu depoimento do que ele vivenciou nessa terapia de regressão, a TRE.


Ele me respondeu: - Eu topo esse desafio! Aceito fazer essa terapia!  E agendamos a nossa primeira sessão de TRE, que foi uma anamnese (entrevista de avaliação) e, em seguida, a 1ª sessão de regressão.


Na entrevista de avaliação, percebi que o jornalista era muito cético, incrédulo, pois não acreditava nos fundamentos da espiritualidade (reencarnação, lei do carma, vida após a morte, mentores espirituais, obsessores espirituais, etc.).


Portanto, não tinha perfil para passar por essa terapia, pois, para que o paciente tenha êxito nessa modalidade de terapia, é necessário que ele preencha 3 requisitos indispensáveis: 


1) Fé no que ele vai trazer como conteúdo de regressão e nas presenças espirituais de luz (mentores espirituais) e das trevas (obsessores espirituais);


2) Humildade: essa terapia é uma prática de autoconhecimento e de desenvolvimento interior; portanto, uma pessoa soberba, orgulhosa vai ter muita dificuldade de entrar em contato com o seu lado sombra, que são os seus defeitos de personalidade;


3) Esclarecimento: é necessário que o paciente tenha um mínimo de esclarecimento, leitura prévia acerca dos assuntos ligados à espiritualidade; caso contrário, não vai se entregar nessa terapia.


Pensei comigo: - E agora? Bom, nada é por acaso! Se fui intuído a convidá-lo para fazer a TRE, quem sou eu para questionar, duvidar, se ele vai ou não conseguir algo nessa terapia?


Na 1ª sessão de regressão, quando eu estava fazendo o relaxamento progressivo de seu corpo e de sua mente, subitamente, ele me indagou: - O que está acontecendo comigo? Sinto muitos calafrios, tremores involuntários, como se tivesse com febre (a tremedeira foi tanta que o divã andou). Ele rangia os dentes, o seu corpo tremia muito, e ele me dizia: - Ái que frio! O que está acontecendo comigo?


Terapeuta: - Calma! Respira fundo! (eu o fiz inspirar e expirar várias vezes para acalmá-lo).


Paciente: - Após se acalmar e os tremores diminuírem, ele me disse: - Dr. Osvaldo, estou vendo (ele estava de olhos fechados, vendo com sua 3ª visão, a visão espiritual) em minha frente, aqui no consultório, o rosto muito feio de uma mulher – parece aqueles filmes de terror norte – americano, sua pele está necrosada, pendurada em seu rosto e dá para ver também os ossos internos, todo deformado, como um cadáver em decomposição. É horrível!


Terapeuta: - Quer você acredite ou não, esse calafrio intenso que você está sentindo é por conta da presença dessa mulher, que é um espírito trevoso, habitantes das trevas, que é um local gélido e escuro. Pergunte quem é ela?


Paciente: - Ela está dando gargalhadas e me pergunta: - Como não sabe quem eu sou? Não se lembra de mim?


Terapeuta: -Diga-lhe que você não está fingindo que não se lembra dela. Fale que quando a gente encarna nesse planeta, o véu do esquecimento nos torna amnésicos e realmente a gente não lembra de nossas vidas passadas.


Paciente: – Dr. Osvaldo, ela me diz de forma sarcástica, que como “não lembro”, vai refrescar à minha memória, mostrando-me uma cena: estou usando um fraque, uma cartola na cabeça, seguro uma bengala – como acessório de moda – estou de braços dados com uma mulher, que segura uma sombrinha. Ela usa um vestido bem armado, que vai até os pés... parece ser uma época do séc. 19. Diz que essa mulher é ela, que era a minha sobrinha, nessa vida passada.


Fala que foi morar comigo porque eu era o único parente dela, pois, os pais dela, o meu irmão e a esposa dele, morreram, e ela ficou sozinha. Diz que ela tinha 18 anos.


Só que a enganei, pois, eu era casado, tinha uma esposa, e a seduzi, pois ela era muito bonita.


Fala que eu lhe disse que estava apaixonado por ela, que iria largar de minha esposa, para ficar com ela. No entanto, ela descobriu que eu só queria ficar com ela para sexo, que eu tinha umas taras sexuais – deixava a porta de meu quarto entreaberta - para ela ver e ouvir eu fazendo sexo com à minha esposa, para excitá-la.


Ela, agora, me mostra outra cena: ela está subindo numa cadeira, pega uma corda, e a joga numa viga, no teto de seu quarto, amarrando-a e se enforca, suicidando-se. Ela me diz em seguida: - Viu o que você me fez fazer?


Paciente: - Ela me aparece novamente com aquele rosto deformado, com a corda no pescoço... Dr. Osvaldo, tira essa coisa feia de minha frente, não quero mais ver nada!


Terapeuta: - Não é assim que se fala com ela. Você quer lhe dizer algo?


Paciente: - Não quero dizer nada.


Terapeuta: - Você a prejudicou nessa vida passada, iludindo-a, tanto que ela tirou a própria vida. Você precisa ajudá-la ir para a luz, precisa se reconciliar com ela. Vou lhe entregar a oração do perdão, leia em sua casa, antes de dormir.


Paciente: - Não estou a fim de fazer essa oração, não vou fazer!


Na sessão seguinte, ele me disse que não aguentava mais, que estava arrependido de fazer essa terapia, pois estava muito estressado, pois o rosto deformado de sua obsessora espiritual lhe aparecia o tempo todo, inclusive no seu trabalho.


Ao iniciarmos a sessão, apareceu a mentora espiritual do paciente, mostrando só o seu rosto, com olhos bem verdes, muito bonita, que lhe disse: - Diga ao dr. Osvaldo que a sua terapia vai demorar mais do que a média dos pacientes dele, por conta de sua teimosia e soberba. Você precisa fazer a oração do perdão, conforme o Dr. Osvaldo lhe pediu.


Na outra sessão, o paciente me disse: - Não aguento mais, ela não me deixa em paz! Até quando vou dormir, ela me aparece com aquele rosto horrível, deformado. Me dá a porra daquela oração, que vou fazer para me livrar dela!


Terapeuta: - Não é assim que se lida com à sua obsessora espiritual. Você precisa ter mais humildade e ler a oração do perdão de coração, para que ela possa aceitar ir para a luz, emanando-lhe com a palma de suas mãos a luz dourada de Cristo, o amor de Cristo.


No decorrer da terapia, ele foi se conscientizando e fazendo a oração do perdão em sua casa, emanando a luz dourada de Cristo para ela.


Conclusão:


Na última sessão de regressão (decorridos 15 sessões), ela finalmente aceitou ir para a luz e a mentora espiritual do paciente lhe disse: - Agora, você já está em condições de dar o seu depoimento em sua revista de como foi sua experiência, nessa terapia. Despediu-se dele e foi embora.


No final do tratamento, eu lhe disse: - Você me surpreendeu, pois, no início da terapia, na entrevista de avaliação, achei que você não iria conseguir nada nessa terapia, pois você não tinha perfil para fazer a TRE. No entanto, você acabou se entregando nessa terapia e ajudou à sua obsessora espiritual a ir para a luz. Parabéns!


Ele me disse que, também, eu o surpreendi. Na verdade, ele me confessou que, antes de me procurar, quando pesquisou o meu site, leu os depoimentos de meus pacientes, achou que tudo aquilo era charlatanismo, que aqueles “depoimentos” eram uma fraude, invenção de minha cabeça; portanto, não verídicos.


Mas, quando na 1ª sessão de regressão, sentiu aqueles calafrios, tremedeiras intensas, a ponto de o divã andar, ele pensou: - Isso não é fruto de minha imaginação! E o rosto deformado de sua obsessora espiritual, que o acompanhava até em seu trabalho, dando gargalhadas; tudo isso, foi muito real, não podia ser uma mera imaginação.

Rimos, no final, pois, ambos fomos surpreendidos, nessa terapia.



Por que sentimos arrepios?

 

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