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  • Foto do escritorOsvaldo Shimoda

Você é uma pessoa evoluída espiritualmente?


A TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) - A Terapia do Mentor Espiritual – método terapêutico de autoconhecimento e de desenvolvimento pessoal, sistematizado por mim em 2006, ajuda (e muito) não só em identificar a causa e resolução dos problemas, bem como na evolução, aprimoramento espiritual do ser humano. Sendo assim, é muito importante entendermos sobre a evolução espiritual do Homem.


Mas o que é pessoa evoluída espiritualmente?

Da mesma forma que a maturidade emocional de uma pessoa se mede pelas suas atitudes (às vezes, um jovem de 25 anos pode ter atitudes muito mais maduras do que um senhor de 65 anos) a evolução espiritual se mede também pelas atitudes.

A capacidade de perdoar, não ser tão apegado aos bens materiais, humildade, compreensão, benevolência, compaixão, capacidade de amar, empatia, caridade, abnegação, espírito coletivo, são exemplos de atitudes de uma pessoa evoluída espiritualmente.

Em nossa sociedade materialista, onde se valoriza muito o ter do que o ser, você é valorizado(a) mais pela sua conta bancária, posses, títulos, beleza física, roupas de grife, carros importados, como a Ferrari ou Lamborghini.

Neste aspecto, a patroa é mais valorizada do que a sua empregada doméstica, mas, pode ocorrer que essa empregada doméstica pode ser mais evoluída espiritualmente do que a sua patroa. No mundo corporativo, a copeira ou a secretária, podem ser mais evoluídas que o diretor da empresa.

Para quem não sabe, a Terra é um planeta feito para os analfabetos emocionais e espirituais, pois, encarnamos para lapidar, burilar os nossos pensamentos, atitudes e emoções, isto é, sentir na pele a raiva, o medo para depurá-las e evoluir como seres humanos. Mas, muitas pessoas – talvez a maioria – não têm a maturidade necessária para evoluir, pois, são como crianças, têm que ser compreendidas e amadas como crianças, tal o grau de imaturidade.

Note o que aconteceu com Cristo: Muitos paralíticos e cegos, por exemplo, apesar de terem sido curados por ele, ajudaram a crucificá-lo, matando-o. Portanto, neste planeta, há diferentes níveis de evolução espiritual.


Num artigo anterior “Os 7 tipos de homens evoluídos espiritualmente”, expliquei a teoria de Peter Ouspensky (psicólogo filósofo russo), onde ele diz que não existe um só tipo de homem evoluído espiritualmente na Terra, mas, 7 tipos (leia esse artigo em meu site para melhor compreensão).

Segundo esse pensador russo, os homens números 1, 2 e 3 ainda não são evoluídos espiritualmente, não despertaram a verdadeira consciência espiritual - é grande a massa desses homens, que predomina neste planeta, e que os encontramos em nosso cotidiano. São eles que crucificaram Cristo há 2000 anos, ignorantes de si e dos outros.

Os homens números 1, 2 e 3 quando em meu consultório, vêm fazer a TRE, encontram muita dificuldade, nessa terapia, pois ainda não têm o entendimento, maturidade espiritual para se entregar e obter os benefícios dessa modalidade de terapia.

Certa ocasião, veio ao meu consultório, um desses homens, era um rapaz de 25 anos. Na anamnese (entrevista inicial de avaliação), expliquei-lhe que um dos propósitos dessa terapia, além de saber a causa e resolução dos problemas, era o paciente saber qual era o seu verdadeiro propósito, missão de vida de sua alma? E que irámos fazer essa pergunta ao seu mentor espiritual.

Eu lhe esclareci, que o mentor espiritual é um ser desencarnado, responsável diretamente pela nossa evolução espiritual, e que nessa terapia é sempre o mentor espiritual do paciente que conduz o processo terapêutico, pois ele o conhece profundamente, e eu como terapeuta, sou um facilitador, vou procurar auxiliar tanto o mentor espiritual, como o paciente na condução dessa terapia.

Aí ele me disse: - Dr. Osvaldo, eu sei qual é a missa missão, o meu propósito de vida. E qual é a sua missão de vida? – Eu lhe perguntei.

Ele me respondeu: - Torcer pelo meu timão! O Corinthians é tudo em minha vida. Já falei à minha família, que, quando morrer, vou querer a bandeira do timão cobrindo o meu caixão.

Eu comentei que também gosto de futebol, embora não torça por um time regional. Mas, quando a seleção brasileira joga, gosto de assistir, torcer, principalmente em Copas Mundiais.

Mas, além de torcer pelo seu timão, o que mais você veio fazer aqui na Terra? - Indaguei o paciente.

Para minha surpresa, ele me respondeu: - O senhor acha pouco eu torcer pelo timão? O timão é tudo na minha vida, é a minha razão de viver!

Como esse rapaz, os homens números 1, 2 e 3 são alienados em relação ao propósito de vida, que é evoluir, tornar-se um ser humano melhor, depurar a sua alma, entrando em contato com a luz dentro de si, ou seja, entrar em contato com às suas qualidades, virtudes, bem como o seu lado sombra, que são suas imperfeições, defeitos de personalidade, procurando atenuá-los.

Esses homens, não despertaram ainda a verdadeira consciência espiritual, apenas buscam sobreviver. No mundo corporativo, muitos desses homens buscam puxar o tapete dos colegas para galgar maiores cargos, para subir na vida, de forma oportunista e desonesta. Levantam, trabalham, assistem Big Brothers, vão dormir, e nos fins de semana, fazem churrasquinhos, vão em baladas, muitas bebidas.

Quando são evangélicos, dizem: - Estou salvo por que aceitei Jesus? Será mesmo???

Muitos, ainda, quando são católicos, acreditam que morrendo, vão passar pelo dia do juízo final, onde Deus vai julgá-los de acordo com suas ações e, com isso, vão para o céu ou para o inferno arder eternamente na chama do inferno. Há também, os que são escuridão pura, pois, estão à serviço das trevas, do mal, e podem estar conscientes disso ou não.

Segundo Ouspensky, a evolução espiritual se inicia a partir do homem número 4, que despertou a sua consciência espiritual, pois busca claramente evoluir. Buscam o autoconhecimento, compreender a si e os outros, através de práticas espiritualistas como a meditação, a Ioga, retiros espirituais, buscam religiões ou filosofias orientais, como o Budismo, Seicho-No-Ie, Reiki, ou ainda centros espíritas kardecistas, umbandistas, buscando fortalecer sua fé em si e nos seres desencarnados de luz.

Na TRE, a grande maioria de meus pacientes é o homem número 4 – buscam essa terapia, não só para resolver os seus problemas, mas, sobretudo, saber o sentido da vida e conseguem a resposta, conversando com o seu mentor espiritual, recebendo suas sábias orientações.

É o caso de uma paciente de 42 anos, viúva, sem filhos, diretora de empresa multinacional norte-americana. Antes de perder o seu marido, ambos tinham um bom padrão de vida (ele também era diretor de uma empresa multinacional francesa). Nos fins de semana, por exemplo, viajavam à Paris para tomar café, almoçar, jantar e, no domingo, voltavam para casa, em São Paulo.

Eram muito felizes, até que o marido teve um infarto fulminante e veio a falecer. Segundo à paciente, depois que perdeu o marido, ficou sem chão, perdeu a razão de viver. Entrou numa depressão profunda e buscou auxílio de uma psicanalista e de um psiquiatra.

Mas a dor da perda, a saudade e o vazio interior não passavam, mesmo depois de 2 anos de luto. Tempos depois, uma colega de trabalho a convidou para assistir uma palestra, num centro espírita kardecista. Hesitou em ir, pois não acreditava em vida após a morte. Para ela, morreu, você deixa de existir, é o fim de tudo.

Mas, diante da insistência da colega, resolveu ir ao centro espírita. A palestra era sobre a vida após à morte. O palestrante afirmava que a morte não existe, pois, a consciência sobrevive, o nosso espírito sobrevive à morte física. Aí pensou: - Se a consciência sobrevive à morte física, então, onde estaria o seu marido falecido?

Passou então a ler às obras de Kardec, o codificador do espiritismo. Mas, não encontrou a resposta do paradeiro de seu marido falecido. Até que um dia, uma amiga de infância, que foi minha paciente, passou pela TRE, indicou o meu nome. Sugeriu que antes dela me procurar, lesse sobre essa terapia em meu site.

Ao ler os meus artigos e casos clínicos que posto semanalmente em meu site, ela ficou sabendo que era comum os pacientes nessa terapia, conversarem com os seu parentes desencarnados. Então, resolveu me procurar, pois queria conversar com o seu marido falecido. Eu lhe disse que era, sim, comum o paciente conversar com um parente desencarnado, mas, que não eram todos os pacientes, pois dependia da autorização dos espíritos superiores do Astral.

Ela entendeu; no entanto, para sua surpresa, numa das sessões de regressão, apareceu o seu marido falecido, em espírito, dizendo-lhe que foi permitido conversar com ela, pois essa comunicação iria ajudá-la em sua evolução espiritual, como também matar a saudade dos dois. Ele lhe revelou que estava estudando e aprendendo muito no plano de luz, que estava entendendo muitas coisas sobre a vida e de sua própria vida, que também sentia muita saudade dela, mas que estava muito feliz e em paz no Astral superior.

Ele lhe revelou, também, que ela era sua alma gêmea, que ele iria esperá-la no plano espiritual para que os dois reencarnassem juntos novamente.


Conclusão:


No final da sessão, ainda muito emocionada e impactada com o reencontro, seu mentor espiritual apareceu, dizendo-lhe que eles autorizaram essa comunicação com o seu marido, para que ela aprofundasse mais sua na existência do plano invisível e nos seres espirituais. Ele lhe disse também, que ela não era um ser carnal, mas, sim, um espírito encarnado, passando temporariamente por uma experiência carnal, terrena, em busca de mais evolução, porém, que estava esquecida disso, por conta de seu véu do esquecimento que a tornava amnésica, portanto, inconsciente.

Não por acaso, C. G. Jung, discípulo de Freud, afirmou: “O consciente é uma pequena ilha localizada no mar imenso do inconsciente”.

Em outras palavras, esse grande psicanalista suíço quis dizer que o ser humano age mais inconsciente do que conscientemente, por conta do véu do esquecimento.








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