Por que não sinto desejo sexual?

É cada vez mais comum homens e mulheres virem ao meu consultório com a mesma queixa: falta de libido, de desejo sexual.

Os motivos são diversos que os levam à inapetência, a não ter apetite sexual: cansaço físico, rotina, falta de estimulação sexual adequada do casal, brigas constantes, estresse do dia-a-dia (problemas de saúde, situação financeira instável, depressão), falta de diálogo, carinho, de amor, etc.

Como consequência, homens e mulheres se sentem angustiados, inseguros pela insatisfação do cônjuge, com temor de perdê-lo(a).

A falta de desejo sexual normalmente provoca muitas crises no casal, mas quando há amor, fica mais fácil de superá-las; não havendo, a separação é quase que inevitável, pois, quando o sexo é praticado apenas na ânsia de satisfazer o desejo sexual pode gerar prazer, mas não sacia os anseios da alma.

Na verdade, o que satisfaz à alma humana é o afeto, o amor, o companheirismo, a cumplicidade, o respeito que um nutre pelo outro.

Portanto, sexo sem afeto pode levar ao autoabandono, à solidão e, o pior, à solidão a dois.

A banalização do sexo é o outro extremo de como as pessoas lidam com a sexualidade. Muitos se vangloriam de ter ficado com vários(as) parceiros(as), como quem troca de roupa, sem nenhum vínculo, sem envolvimento afetivo.

O sexo desenfreado, as taras, a promiscuidade, a prostituição, são frutos do desequilíbrio que homens e mulheres provocam com o mau uso da energia sexual, e, que, em muitos casos, advém de suas vidas passadas e se refletem na vida atual.

É o que observo em pacientes que passam pela TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) - a Terapia do Mentor Espiritual – Abordagem terapêutica que trata dos problemas psicológicos, físicos e espirituais, criada por mim em 2006, e que sofrem de disfunção sexual (falta de desejo sexual, de orgasmo, vaginismo -contração espasmódica do músculo constritor da vagina -, impotência sexual, ejaculação precoce, retardada, etc.) ou mesmo rigidez moral, por trazerem consigo a culpa decorrente de um estilo de vida promíscuo adotado numa existência passada.

Nesses casos, a disfunção sexual é um mecanismo compensador do inconsciente, atuando, que obriga o paciente a buscar um equilíbrio em sua vida para aprender a fazer o bom uso de sua energia sexual, outrora negligenciada.


Caso Clínico:

Por que o meu marido não tem desejo sexual?

Mulher de 30 anos, casada. Paciente veio ao meu consultório, querendo entender por que seu marido não tinha a libido, vontade de fazer sexo. No início do matrimônio, o casal tinha um relacionamento sexual normal, bastante satisfatório, e, no decorrer do tempo foi diminuindo, até que há quatro anos não se relacionavam mais sexualmente.

Queria saber também por que não prosperava, e qual era o seu verdadeiro caminho profissional, pois não se sentia também realizada.

Por fim, queria saber a sua missão de vida, o seu verdadeiro propósito a que veio na encarnação atual.

Após passar por cinco sessões de regressão, na 6ª e última sessão, ela me relatou: “Vejo uma luz do meu lado direito... Sinto que é a minha mentora espiritual (a paciente estava identificando a sua mentora espiritual de forma intuitiva porque não a estava vendo).

A presença dela no consultório me traz um conforto, uma sensação gostosa, aquece o meu coração”. (pausa).

- Pergunte à sua mentora espiritual por que o seu marido perdeu o desejo sexual?

“Pelo que entendi (a comunicação com o ser espiritual, nessa terapia, ocorre também de forma intuitiva, isto é, em pensamento) ela me falou que era assim que estava programado”. (antes de reencarnar na vida atual, no astral, em comum acordo com a sua mentora espiritual, ela e o marido concordaram em se absterem da relação sexual. Mas por conta do véu do esquecimento à qual estamos todos sujeitos nessa vida terrena, ela não se lembrava disso).

- Pergunte-lhe qual o motivo dessa abstinência sexual?

“Ela esclarece que houve um abuso sexual no passado, das duas partes... A minha mentora espiritual só diz isso, não está entrando mais em detalhes”. (em muitos casos, o mentor espiritual não entra muito em detalhes pelo fato do paciente não ter estrutura emocional para suportar o impacto de uma revelação passada, isto é, do que fez numa existência passada).

- Pergunte à sua mentora espiritual o que vocês precisam aprender com essa dificuldade sexual?

“Fala que precisamos aprender a humildade, a generosidade, o altruísmo e o amor, pois o amor prevalece acima de tudo.

- Pergunte-lhe até quando vai perdurar essa abstinência sexual?

“Diz que vai depender de nós, ou seja, até aprendermos o que temos que aprender, tendo mais amor e superando o egoísmo.

Diz ainda que o amor cura, mas, para isso, precisamos aprender a lição da humildade. (pausa).

Eu concordo, pois, mesmo sem sexo, há muita confiança um no outro porque não deixamos que o ciúme estragasse o nosso relacionamento, e um dá força ao outro. (pausa).

Vejo, agora, um diamante girando, brilhando intensamente... Ela diz que esse diamante simboliza as nossas almas; fala que aprendi a lição, mas falta agora que o meu marido aprenda o que tem que aprender”.

- Pergunte à sua mentora espiritual por que você não prospera financeiramente?

“Ela me responde: - Porque isso é necessário para o seu aprendizado.

- Que aprendizado?

“Ela reafirma novamente: - O valor da humildade. Numa existência passada, vocês tiveram uma vida de luxúria e muita riqueza, porém, fizeram também mau uso do dinheiro.

- Pergunte-lhe qual o seu verdadeiro caminho profissional?

“Fala que estou no caminho certo, e que devo seguir sempre o meu coração, a minha intuição, e que vou saber o que preciso fazer na área profissional, mas, aos poucos, pois o caminho é longo. (pausa).

Eu lhe pergunto por que o meu marido é muito preocupado e depressivo?

Ela está me mostrando um pássaro voando e fala: - Olhe para esse pássaro. Ele não planta e nem colhe, mas, vive o necessário, pois não se preocupa com o amanhã. Deus lhe dá o sustento.

O seu marido vive preocupado e depressivo porque lhe falta a devida fé, por isso, ele sofre. (pausa).

Agora, vejo uma flor, um lírio azul. Ela comenta que o azul é a cor da esperança e do amor, e que é importante sentirmos isso durante as nossas vidas, pois, precisamos ter esperança e amor.

Ela me diz que às vezes me sinto sozinha, mas, fala que isso não é verdade, esclarece que os encarnados estão sempre acompanhados de amigos espirituais, embora não os veja”.

- Pergunte-lhe se você terá que voltar a essa terapia mais para frente, ou não há mais necessidade?

“Afirma que terei que voltar, sim, quando sentir necessidade. Ela está me desejando felicidade, pede para não sofrer desnecessariamente porque a vida terrena é passageira e, por isso, não devemos perder tempo com coisas sem importância, mas que estou no caminho certo porque estou buscando cultivar valores que são importantes”. (pausa).

- Que valores ela está se referindo?

“Reafirma que é o amor, generosidade, altruísmo e amizade entre o meu marido e eu. Fala para continuar sempre tendo fé em Deus e no Nosso Senhor Jesus Cristo... Estou sentindo uma alegria imensa! (paciente fala chorando muito).

Ela parabeniza o trabalho do senhor, pede para a gente ficar com Deus, e continuarmos no caminho do bem”.




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