Somos ao mesmo tempo alunos e professores da escola da Vida


Há 30 anos, quando exercia a psicoterapia convencional (era psicólogo e psicanalista) achava que tinha autoridade para analisar e dizer algo ao paciente sobre sua vida e seus problemas. Ledo engano!


Na época, não tinha consciência e humildade em reconhecer a complexidade que é analisar o ser humano e seus conflitos, pois cada ser humano é único, isto é, tem uma história de vida singular e com características pessoais e sintomatológicas próprias.


Em "A Arte da Felicidade - Um Manual para a Vida", do psiquiatra americano Howard C. Cutler, em parceria com sua Santidade, o Dalai Lama, o autor ilustra claramente a particularidade do ser humano.


Dr. Cutler teve o grande privilégio, na ocasião, de acompanhar o mestre tibetano em suas conferências nos EUA. O psiquiatra aproveitou numa das viagens para pedir orientação ao Dalai Lama a respeito de uma paciente que persistia em manter comportamentos autodestrutivos (o autor não especificou em seu livro quais eram esses comportamentos).


Queria saber se ele tinha uma explicação para esses comportamentos, e como lidar com essa paciente. Pensativo, depois de uma longa pausa, o mestre tibetano simplesmente respondeu que não sabia.


Ao perceber o ar de espanto do psiquiatra, Dalai Lama lhe esclareceu que, do ponto de vista do Budismo, são muitos os fatores que contribuem para um determinado tipo de comportamento humano, e que a visão ocidental procura explicar tudo de uma forma simplista, dentro de uma única vida.


Disse-lhe ainda que a psicologia ocidental ao procurar as origens dos problemas humanos não aceita a ideia de que um determinado acontecimento tenha ocorrido num período anterior a esta vida e ter deixado um registro muito forte na mente, registro este que pode permanecer oculto no inconsciente e mais tarde na vida presente afetar o comportamento.


Quando era estudante de psicologia, li o livro "Introdução ao Estudo da Medicina Experimental" do Dr. Claude Bernard, considerado o maior fisiologista de todos os tempos. Assim ele escreveu em seu livro: "Quando um fato contraria uma teoria dominante, abandone essa teoria e conserve o fato, mesmo que essa teoria seja apoiada pelas maiores autoridades da época".


Depois de formado, anos depois, ao trabalhar com a regressão de memória, os fatos, isto é, as vivências de meus pacientes contrariavam as teorias psicológicas que aprendi na Universidade. Mas resolvi seguir o conselho do grande fisiologista e conservei os fatos, as experiências de meus pacientes.


E os fatos acabaram me levando a criar em 2006 a TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) - A Terapia do Mentor Espiritual (ser desencarnado de elevada evolução, responsável diretamente pelo nosso crescimento pessoal), uma nova e breve abordagem psicológica e espiritual, que busca respeitar e considerar cada paciente com sua história de vida única. Esta terapia busca agregar a ciência psicológica com a espiritualidade, tratando o ser humano de forma integral (mente, corpo e espírito).


Neste aspecto, ela busca revolucionar os conceitos de terapia e terapeuta, pois na psicoterapia convencional é sempre o terapeuta quem conduz o processo terapêutico, enquanto na TRE é o mentor espiritual de cada paciente quem irá conduzir o tratamento.


O mentor espiritual é a pessoa mais gabaritada, com mais autoridade para descortinar o véu do esquecimento (barreira da memória que se manifesta em forma de amnésia) do paciente para que ele possa se libertar dos bloqueios emocionais e/ou espirituais de seu passado, seja desta ou de outras vidas.


O meu papel como terapeuta, por outro lado, foge totalmente dos moldes de um psicoterapeuta convencional, pois nesta terapia sou um facilitador, busco abrir o canal de comunicação entre o paciente e seu mentor espiritual para que ele possa orientá-lo melhor acerca da causa de seu(s) problema(s) e sua resolução.


Seria muita pretensão de minha parte, como terapeuta, querer descortinar esse véu, a meu ver, um procedimento bastante delicado e complexo por ter que remexer uma ferida antiga(trauma) bastante dolorosa do passado do paciente, causador de seus problemas.


Sendo assim, se o paciente não estiver preparado psicológica e espiritualmente, o descortinamento do véu poderá prejudicá-lo, ao invés de ajudá-lo, podendo até agravar o(s) seu(s) problema(s).


Para chegar a essa conclusão, tive que descer de meu pedestal como psicólogo, tendo humildade, e abandonei o condicionamento academicista, restritivo e preconceituoso, pois não fui treinado, preparado na Faculdade de Psicologia a lidar com as manifestações espirituais dos pacientes, mas apenas com o psicológico e o emocional.


As barreiras que tive que passar foram muitas, pois além do despreparo em lidar inicialmente com a realidade espiritual de meus pacientes, posteriormente, anos depois, após ter criado essa nova abordagem terapêutica, a TRE, tive também que me defender dos processos movidos pelos meus próprios colegas de profissão no Conselho Regional de Psicologia, que ainda desconsidera o aspecto espiritual do ser humano.


Hoje, no exterior, diversos tipos de mediunidade são estudados, muitos médicos psiquiatras e psicólogos já reconhecem a realidade espiritual dos pacientes e tratam esse tema como científico.


Na Universidade do Arizona, EUA, por exemplo, vem sendo conduzido pelo Dr. Gary Schwartz avançado projeto com médiuns, e a Vida após a morte figura como tema de pesquisa de largo interesse na Europa, Austrália e também no Japão com a International Society of Life Information Science, com sede em Tóquio.


Mas, no Brasil, lamentavelmente, a realidade espiritual ainda é vista como religioso (confundem religião com espiritualidade), e os profissionais da área de saúde que lidam com ela são ameaçados, processados , punidos, até mesmo cassados pelos Conselhos Regionais de Medicina e Psicologia.


Todavia, contra fatos não há argumentos, pois inúmeros pacientes estão sendo beneficiados com a TRE - A Terapia do Mentor Espiritual, tendo suas vidas profundamente modificadas, transformadas. Mas tenho plena consciência que todos os trabalhadores a serviço da luz, pontinhos de luz, ajudando o Pai Maior a transformar esse lindo Planeta, sofrem muitos percalços, pois o caminho da espiritualidade nesta vida terrena é muito estreito e espinhoso.

Caso Clínico:

Por que desde criança tenho problemas de saúde?

Mulher de 26 anos, solteira.


A paciente com três anos de idade foi submetida a uma cirurgia cardíaca reparadora, pois nasceu sem o septo do coração (parede que separa o coração em duas cavidades).


Após a cirurgia teve problemas de cicatrização, o corte da cirurgia não fechava. Aos 21 anos passou a sofrer de artrite (inflamação nas articulações) e não conseguia mais escrever, tendo que tomar muitos remédios antiinflamatórios.


Depois, seus gânglios(carocinhos que aparecem nas axilas, pescoço ou na virilha) incharam e seu médico diagnosticou que ela estava sofrendo de hiperplasia linfática (aumento do tamanho e números de células dos linfonodos - órgãos responsáveis pelo reconhecimento de antígenos).


Posteriormente, ficou um mês sem dirigir carro e andar por conta da artrite no quadril, sofrendo de muitas dores. Sentia também um vazio, tristeza e insatisfação pela vida, desânimo e um cansaço físico, desvitalização, a ponto de ter muito sono durante o dia.


Após passar pela 4ª sessão de regressão, na 5ª sessão, a paciente me relatou: "Sinto uma forte dormência no braço esquerdo (nessa terapia, a TRE, a sensação de dormência costuma ocorrer por conta do campo vibracional do ser espiritual que o paciente sente, capta ao lado dele).


Agora, sinto como se fosse desmaiar e um aperto no peito (paciente fala chorando).

Vejo um vulto escuro do meu lado esquerdo...É um ser espiritual das trevas, e é homem".


- Pede para esse ser espiritual se identificar - Peço à paciente.


"Ele me odeia...Diz que o matei na vida passada. Fala que o levei a se suicidar. Ele me amava, acabou enlouquecendo por minha causa. Afirma que o iludi, que me aproveitei dele". (pausa).


- Pergunte-lhe como você se aproveitou dele?


"Revela que eu era casada com o irmão dele. Eu falava que sofria com o meu casamento, aí ele acabou tomando as minha dores e matou seu próprio irmão para ficar comigo. Mas afirma que depois eu não quis mais ficar com ele.


Na verdade, ele me acusa que o usei para ficar com o dinheiro de seu irmão. Diz que fui muito dissimulada, fingi que gostava dele para conseguir o que eu queria". (pausa).


- Pergunte-lhe há quanto tempo ele vem te acompanhando?


"Diz que uns 200 anos. Confessa que foi fraco, e que depois que não o quis mais, ele cometeu o suicídio. Fala que o único jeito para se libertar de sua angústia é tirando a minha vida, fazendo eu ficar doente".


- Por que tirando a sua vida ele se liberta?


"Ele está muito nervoso, perturbado. Falo que não era minha intenção fazê-lo sofrer, e que hoje jamais faria o que fiz com ele na vida passada (paciente fala chorando muito).


Falo também, que sinto muito vê-lo sofrendo dessa forma...Vejo agora uma mancha em meu coração, parece sangue e sinto um aperto em meu peito. (pausa).


Por mais que eu diga que sinto pelo que lhe aconteceu naquela vida passada, ele só grita me culpando. Puxa o meu braço esquerdo com força".


- Pergunte-lhe como ele se suicidou?

"Diz que se jogou no rio, pois estava desesperado. Quando lhe falei que iria ajudá-lo orando por ele, senti um calafrio, pois vi seu rosto muito machucado, deformado, cortado e com hematomas.


Ele deve ter uns 35 anos, tem barba, usa uma camisa toda rasgada, suja e também uma calça preta imunda. (pausa).


Agora, aliviou um pouco a dormência que sinto no meu braço esquerdo. Ele fala que o seu nome é Daniel".


No final dessa sessão, entreguei à paciente a oração do perdão para que ela fizesse de coração ao ser espiritual obsessor, emanando-lhe diariamente a luz dourada, o amor de Cristo.


Na 6ª e última sessão de regressão, ela me relatou: "Sinto novamente a dormência em meu braço esquerdo.Vejo aquele vulto escuro, o Daniel, meu obsessor espiritual. Hoje ele não está tão escuro, vejo-o mais claro. Mas ele ainda está confuso. Diz que vem recebendo a oração do perdão que fiz para ele a semana toda. (pausa).


Ele me mostra aquela mancha de sangue em meu peito. Fala que ainda eu repito alguns erros de quando a gente viveu naquela vida passada. Sinto calafrios, dá uma sensação ruim, tenho medo dele". (pausa).


- Vamos fazer juntos a oração do perdão e emanar-lhe a luz dourada, o amor de Cristo- Peço à paciente. (pausa).


"Vejo agora um ser de luz cobrindo-o com um manto branco... É uma mulher e têm outros seres de luz também...Ela coloca sua mão no meu peito, próximo ao coração, e tira uns emaranhados de nós, fios fluídicos... É como se ela tivesse nos separando e ele agora se sente enfraquecido. Ela me esclarece que esses emaranhados de fios, são nós fluídicos, uma forma que o Daniel encontrou para manter a minha tristeza e sugar, vampirizar a minha energia.


Ela fala que agora posso ter paz, pois ele vai ser levado e tratado no hospital do Astral". (pausa).

- Pergunte quem é ela?


"Diz que é a minha mentora espiritual, e que seu nome é Alice. Pede para eu ter fé, que estou curada. Diz ainda que os meus problemas de saúde, desânimo, vazio, tristeza, desvitalização e excesso de sono estavam sendo provocados pelo Daniel, pelo fato de eu estar alimentando culpa e remorso por tê-lo prejudicado no passado e, com isso, inconscientemente aceitava a sua influência espiritual.


Ela pede também para eu continuar fazendo a oração do perdão para o Daniel porque quando ele se afastar definitivamente de mim, vou ainda sentir uma sensação ruim, aperto no peito por ter me acostumado esses anos todos com a sua presença em meu campo de energia.


Ela reitera novamente para ter fé e paciência, agradece ao senhor pela oportunidade que ela teve, através dessa terapia, porque eu não estava dando abertura para ela me ajudar, conversar comigo. Ela beija a minha testa, está se despedindo de mim, indo embora”.




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T.R.E - Terapia Regressiva Evolutiva - A Terapia do Mentor Espiritual

 

 

 

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