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  • Foto do escritorOsvaldo Shimoda

O Espírito é como o vento: Você não o vê, mas pode senti-lo!


A nossa sociedade materialista, científica e tecnológica, só acredita no que é observável, palpável, mensurável; enfim, no que é concreto e visível.


Por isso, muitas pessoas partem da premissa que só existe aquilo que é visível. Mas, quantas coisas existem na natureza, que não são visíveis aos nossos olhos e existem?


A Covid-19, por exemplo, causada pelo novo coronavírus, que provocou uma pandemia; no início, foi muito difícil de combatê-lo, pois, o vírus só é visível ao microscópio eletrônico. Por isso, muitas pessoas negaram à sua existência ou mesmo minimizaram à sua gravidade e a sua forma de contágio, não usando a máscara de proteção.


O mesmo ocorre com o átomo, embora a gente não o veja, ele existe; a energia não se se vê também, mas, existe, e a mente humana, idem. A neurociência já radiografou o cérebro, mas, a mente humana nunca foi radiografada, mapeada. O ar, o vento também existem, não os vemos, mas, podemos senti-los. O mesmo ocorre com os espíritos – muitos não os veem, mas, podem senti-los.


A palavra espírito vem do latim e significa: vento, ar, sopro da vida.


Certa ocasião, um paciente, adolescente de 17 anos, numa das sessões de regressão, disse-me, rindo: - Ô meu, de onde está vindo esse ventinho?! (ele estava deitado no divã, próximo à parede de minha sala de atendimento, e a janela, a porta estavam fechadas e o ventilador desligado). Sinto um ventinho, uma brisa agradável batendo em minha face direita e sinto também um cheiro agradável de lavanda, debaixo de meu nariz. De onde vem esse ventinho e esse cheiro gostoso de lavanda?


Essa terapia é muito punk, meu!!!


Terapeuta: - Ô meu, sou eu que estou assoprando em seu rosto (eu estava sentado em minha poltrona de seu lado esquerdo).


Paciente: - Dr. Osvaldo, o senhor está “zoando” de minha cara? O ventinho está vindo de meu lado direito e o senhor está sentado de meu lado esquerdo.


Após rirmos juntos, eu lhe esclareci que esse ventinho e o odor de lavanda que ele estava sentindo, era a presença de um ser espiritual de luz, que estava de seu lado direito, embora ele não visse nada. Expliquei, que o plano espiritual de luz é muito perfumado, pois há muitas flores; por isso, quando um ser de luz aparece em meu consultório, costuma exalar uma essência floral agradável, pois, trazem a emanação vibratória do plano de luz, um odor agradável.


Já no plano espiritual das trevas é o contrário, o odor é fétido; por isso, quando um ser trevoso, habitante das trevas, aparece em meu consultório, o paciente sente um odor desagradável, às vezes, insuportável, como, por exemplo, odor de esgoto ou de coisa podre. São o que chamamos de odores inexplicáveis, pois você procura e não encontra a origem do odor agradável ou desagradável. Mas por quê?


Porque esse odor é espiritual e, portanto, não físico; por isso, você não encontra a origem do cheiro. Há uma distinção entre um odor físico e espiritual. O odor físico é contínuo. Exemplo: Se o cachorro faz cocô na sala, enquanto não retirar o cocô, vai feder. Agora, o odor espiritual é intermitente, intercala, ora aparece, ora desaparece.


Eu me recordo de uma paciente, 50 anos, solteira, em sua sessão de regressão, quando eu estava fazendo o relaxamento progressivo, ela me interrompeu e me indagou: - Dr. Osvaldo, vou lhe fazer uma pergunta indiscreta: - O senhor tirou o sapato?


Terapeuta: - Não. Por que você está fazendo essa pergunta?


Paciente: - O senhor me desculpe, não estou aguentando mais o cheiro de chulé que estou sentindo e vem do lado do senhor.


Terapeuta: - Esse chulé não me pertence, pois estou calçando os meus sapatos, e em nenhum momento os tirei.


Paciente: - Então, de quem é esse chulé?! Está me dando ânsia de vômito!


Terapeuta: - Meu que não é! (falei rindo).


Brincadeira à parte, eu lhe expliquei que esse odor fétido que ela estava sentindo – embora não visse nada – era por conta da presença de um ser espiritual das trevas. Posteriormente, esse ser trevoso conversou com ela e se identificou como o seu marido da vida passada, onde ela o matou, colocando veneno em seu vinho para ficar com à sua fortuna. Esse ser trevoso era, portanto, o seu obsessor, desafeto espiritual.


Conclusão:


Vou reproduzir na íntegra, um e-mail que recebi de uma leitora assídua de meus artigos, que escrevo semanalmente em meu site e que ilustra claramente a presença de um ser espiritual trevoso, por conta de um odor desagradável, inexplicável, que ela e o seu marido sentiram, num dos aposentos de onde moravam: “Bom dia, Dr. Osvaldo! Gostaria muito de receber uma orientação sua sobre um fato que ocorreu em minha casa, ontem à noite. Estávamos eu, o meu esposo e o meu cachorrinho na sala, de repente o meu cachorrinho foi até a lavanderia, onde temos uma passadeira de roupa.


Como ele latia muito, fomos ver o que estava acontecendo e não vimos absolutamente nada, apenas sentimos um odor forte de carniça e não tinha nada de coisa estragada ou podre. Mas o cheiro era muito forte e, em poucos minutos, desapareceu de vez, deixando em nós uma sensação estranha e um forte arrepio em nossos corpos. Fizemos uma prece para os nosso anjos-da-guarda e proteção a Deus e, em seguida, o arrepio forte e aquele cheiro fétido, desapareceram. Ficamos preocupados com o que poderia ser aquele cheiro horrível e calafrios intensos que sentimos. O senhor pode nos esclarecer o que foi aquilo que sentimos?


Desde já, muito obrigada!




O Espírito é como o vento: Você não o vê, mas pode senti-lo!


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