O efeito zumbi das drogas psiquiátricas

Ganho ou perda de peso, tremores, diminuição da libido, prejuízo da função erétil (impotência sexual), náuseas, sensação de inquietação, são as queixas mais comuns, dentre outras, que a maioria de meus pacientes, homens e mulheres me relatam sobre os efeitos colaterais, indesejáveis (bem como da ineficácia dessas medicações), que os levam a desistir do tratamento psiquiátrico e procurar a TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual.

Trata-se, portanto, de sintomas nefastos que têm grande impacto na qualidade de vida desses pacientes.

Em estudo realizado nos EUA com 300 voluntários que sofriam de depressão, psiquiatras subestimaram queixas dos pacientes; é o que indica uma pesquisa publicada no Journal of Clinical Psychiatry (Revista da Psiquiatria Clínica).

As queixas desses pacientes sobre os efeitos colaterais dos remédios foram 20 vezes mais frequentes do que as observadas por seus psiquiatras.

No Brasil, a nossa realidade médica não é muito diferente; o número de prescrições só aumenta e, consequentemente, seus efeitos colaterais, sem que as causas sejam tratadas.

Segundo a Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) a venda de antidepressivos nas farmácias do país aumentou 42% entre 2003 e 2007 (14,6 milhões foram os antidepressivos vendidos em 2008).

Entretanto, quero ressaltar que os medicamentos psiquiátricos- antidepressivos, antipsicóticos e os ansiolíticos - quando corretamente prescritos pelos médicos, ajudam e são necessários em muitos casos de transtornos de humor (depressão, transtorno afetivo bipolar), de ansiedade (fobias, síndrome do pânico, transtorno de ansiedade generalizada, insônia, estresse pós-traumático) e nos casos de esquizofrenia, depressão psicótica, distúrbios graves de personalidade (impulsividade, agitação) e transtorno delirante (hipocondria, ciúme, paranoia, etc.).

Mas, o consumo indiscriminado, indevido, e a facilidade excessiva da prescrição por parte de muitos psiquiatras são, sem dúvida alguma, um grave equívoco, bastante prejudicial ao paciente.

Na minha experiência clínica, os psicofármacos deveriam ser utilizados apenas em casos agudos, crônicos, que trazem perigo ao enfermo e/ou aos seus familiares, ou nos casos em que os tratamentos psicoterápicos e/ ou espirituais não tenham surtido efeito, mas não como a primeira opção de tratamento como vem sendo feito.

É frequente virem ao meu consultório, pacientes que mais parecem zumbis do que seres humanos, com tremores, olhar fixo, lerdeza motora, falhas de memória, raciocínio lento, dificuldade de concentração, etc.

Para que o leitor tenha uma noção da gravidade da subministração desses medicamentos, vou listar alguns dos efeitos colaterais que muitos pacientes me relatam, após o uso prolongado de medicamentos psiquiátricos:

1) Antidepressivos: sonolência, tremores, torpor mental, boca seca, intestino preso, queda de pressão, sensação de perda de controle;

2) Antipsicóticos: tremores, rigidez muscular, olhar fixo, voz trêmula, lentidão motora;

3) Tranquilizantes: sedação, distúrbios de memória, risco de acidentes.

A psiquiatria, sendo um ramo da medicina orgânica, acredita que a causa dos transtornos mentais esteja no cérebro, ou seja, nas alterações bioquímicas dos neurotransmissores, ou anatômicas do cérebro, não levando ainda em conta o ser humano em sua totalidade: mente, corpo e espírito.

Por conta disso, os padrões de pensamentos, sentimentos e atitudes inadequadas de raiva, medo, tristeza, desejo de vingança, etc., que provocam as alterações bioquímicas do cérebro - característicos dos quadros psiquiátricos- são considerados válidos apenas os que decorrem desta vida, pois a psiquiatria não reconhece que a causa primária, ou seja, a experiência traumática causadora de seus problemas emocionais possa também advir de outras vidas, não indo mais a fundo no psiquismo de profundidade.

É importante esclarecer aos leitores, que os psicotrópicos atuam apenas sobre as substâncias químicas cerebrais (neurotransmissores), mas não conseguem melhorar os pensamentos e os sentimentos negativos do ser humano.

Portanto, aumentar ou diminuir a dosagem de serotonina ou dopamina do cérebro são ações apenas paliativas e não curativas. O que cura efetivamente é cuidar da mente, do espírito, mudando os padrões de pensamentos, sentimentos e atitudes (reforma interior), as experiências traumáticas do passado do paciente, sejam desta vida - infância, nascimento, útero materno - ou de outras vidas, bem como as ações nefastas, prejudiciais dos seres espirituais obsessores - seres desencarnados, desafetos dos pacientes -, que foram prejudicados por eles no passado.

Mas o fato da psiquiatria se estruturar em base puramente materialista, organicista, cerebrocêntrica, e não levar em consideração a existência da alma e do espírito, dificulta o reconhecimento de uma outra realidade - além da externa que é palpável, mensurável e observável -, a realidade extrafísica, espiritual.

Desta forma, a obsessão espiritual, apesar de sua gravidade, por provocar no paciente inúmeros problemas psíquicos e orgânicos (aqueles de causa desconhecida pela medicina oficial), de relacionamento interpessoal e financeiros/profissionais, lamentavelmente, ainda é ignorada pela grande maioria dos psiquiatras.

Obviamente, quem sai perdendo, no final das contas, são os que sofrem dessa enfermidade da alma. E o pior, é muito raro o enfermo se dar conta de que está sendo assediado espiritualmente, pois o ser espiritual obsessor se aproveita de sua condição de invisibilidade, de sua inteligência, astúcia, enquanto ser desencarnado, para prejudicá-lo.

Por isso, no meu entender, a obsessão espiritual é uma das enfermidades mais difíceis de serem tratadas por ser uma doença invisível, por passar despercebida aos olhos do paciente e do médico (normalmente, o enfermo e o profissional, não acreditam, desconsideram a influência nefastas desses seres espirituais).

Nunca é demais lembrar, principalmente para os desavisados, o sábio ensinamento de Jesus, o grande Mestre da Galileia: “Estai de sobreaviso, orai e vigiai”.


Caso Clínico: Remédios Controlados

Veio ao meu consultório, uma mulher de 38 anos, casada, que assim me relatou: “Tomo vários tipos de remédios controlados, tenho medo de tudo, principalmente, de sair na rua; os remédios alteram o meu estado de humor, fico extremamente irritada, nervosa e muito inchada; tenho dores fortíssimas no estômago e nas pernas; tomo também calmante, pois não consigo dormir, e tenho muitos pesadelos.

Dr. Osvaldo, não aguento mais, pareço um zumbi, não faço nada que uma pessoa normal faz: não saio sozinha, não dirijo, parei de trabalhar e estudar, fico em casa isolada em meu quarto, não tenho amigos, e o meu marido também não aguenta mais. Tomo remédio, desde que completei 25 anos; estava na faculdade de arquitetura, quando a primeira crise de pânico veio e, desde então, vivo assim”.

Após passar por três sessões de regressão, na quarta sessão, a paciente sentiu muito frio, via tudo escuro, não conseguia se concentrar (acredito que os remédios que ela tomava a deixavam confusa).

Na sessão seguinte, a quinta sessão, ela estava menos ansiosa, mais tranquila, dizia que queria acabar com o seu tormento, e, acreditava que iria conseguir se curar (quando pensava assim, era ela em seu íntimo, sem a interferência dos remédios).

Iniciamos a nossa quinta sessão de regressão, e assim ela me relatou: “Vejo uma mulher toda coberta... Não consigo vê-la direito. Ela anda de um lado para outro, sem parar, parece desequilibrada... Estou sentindo frio novamente (a paciente estava sentindo frio, por sentir o campo vibracional dessa mulher que era um ser desencarnado das trevas - uma região gélida)”.

- Pergunte para essa mulher quem é ela, e o que ela quer? - Peço à paciente.

“Essa mulher está levantando um véu preto, pede para olhar para ela, para ver o que fiz com ela... Tenho medo de olhar, Dr. Osvaldo, não quero! (começa a chorar, cobrindo o rosto com as mãos)”. (pausa).

- Peço-lhe para não ter medo, pois ela tem a proteção, o amparo dos seres de luz em meu consultório, e, que é necessário saber a verdade, pois sabendo a verdade irá se libertar e viver uma vida melhor (essa terapia, a TRE, segue a máxima secular de Cristo: “Conheça a verdade, que a verdade vos libertará”).

Paciente se acalma e pergunta: - Moça, quem é você? O que lhe fiz? Seja o que for que lhe fiz me perdoe, por favor! (pausa).

Dr. Osvaldo, a mulher está indo embora, não quer mais falar comigo” (fala chorando muito)”.

- Calma, temos ainda a próxima sessão - Digo a ela.

No final dessa sessão, pedi para que ela fizesse em sua casa a oração do perdão, de coração, irradiando a luz dourada de Cristo para aquela mulher, ser desencarnada, habitante das trevas.

Na sexta e última sessão, ela veio muito mais segura e decidida, assim me relatou: “Vejo aquela mulher do véu, novamente, ela já não anda de um lado para outro, está mais serena... Ela pede a minha mão e fala que quer me mostrar algo... Tenho medo de ir, mas preciso acabar com isso. Dou a minha mão...

Agora, eu me vejo em uma casa - numa vida passada - com algumas crianças, umas três crianças, e, uma delas não é minha filha, e, sim, do meu marido, com a esposa dele, que morreu; ao me casar com ele, tive que aceitar essa criança.

Eu a maltratava muito, não gostava dela, e tinha muitos ciúmes, pois meu marido dava muita atenção à criança para compensar a ausência de sua mãe.

Eu pensava: - Por que ela não morreu também? Então, comecei a envenená-la, dando remédios fortes para ela dormir. Meu marido era médico; então, eu tinha acesso a esses remédios; a menina passava o dia todo dormindo, fazia todas as suas necessidades na cama, e não comia.

O meu marido acabou levando-a para o hospital, de onde ela não mais saiu, pois, a quantidade de remédios que eu lhe dei a deixou com sequelas. Meu Deus, como consegui fazer uma coisa tão monstruosa assim? Que horrível, meu Deus!! (fala chorando). (pausa).

A mulher do véu está me dizendo, que ela era a mãe daquela criança, uma menina. Diz que hoje está fazendo comigo o que fiz com a filha dela naquela vida passada. Ela me fala chorando: - Como você pôde ser tão cruel?!

Estou pedindo perdão, do fundo do meu coração, para as duas, e, desta vez, se puder ter novamente a oportunidade de tê-la em meus braços como filha, eu vou aceitar, pois será uma forma de mostrar o quanto estou arrependida e reparar o que fiz com a menina (fala chorando copiosamente). (pausa).

A mãe da menina já não está mais no escura e não sinto mais aquele frio... Ela está indo embora, em direção a uma luz clara, enorme. (pausa).

Dr. Osvaldo, vejo um senhor usando uma túnica branca... Diz que é o meu mentor espiritual. Fala que aquela menina a quem prejudiquei no passado, ainda irá vir como minha filha, e que só assim minha vida irá mudar.

Agora, ele diz que tem que ir, pede para ficar em paz, não me preocupar, que tudo vai dar certo, mas em seu devido tempo. Está indo embora”.

Dois anos, após o término da terapia, a paciente me enviou um e-mail dizendo o seguinte: “Dr. Osvaldo, não sei se o senhor lembra de meu caso, pois estive em seu consultório há dois anos; o meu mentor espiritual havia me dito em nossa última sessão, que a menina a quem prejudiquei na vida passada iria vir como minha filha. Pois bem, ele se comunicou comigo em sonho, falando que eu precisava adotar uma criança porque ela não iria vir como minha filha biológica. Não hesitei, conversei com o meu marido e acabamos adotando uma menininha linda; estamos muito felizes. Por incrível que pareça, depois da adoção, os meus medos desapareceram, não precisei mais tomar todos aqueles remédios, estou dormindo muito bem e não tenho mais pesadelos. Quero agradecer de coração a Deus, ao meu mentor espiritual, e, ao senhor, por essa bênção que obtive nesse tratamento. Muito obrigada, que Deus ilumine o seu caminho, e que possa ainda ajudar muitas pessoas necessitadas!”.






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