Mude sua vida em 2019

As pessoas me procuram para saber a verdade em relação às suas vidas através de seus mentores espirituais ou mesmo regredindo ao passado, seja desta (infância, nascimento, útero materno) ou de um passado mais remoto, mais longínquo, de suas vidas passadas.

Por conta do véu do esquecimento que nos tornam amnésicos, portanto, inconscientes, existem muitas coisas que a gente desconhece ou mesmo não recordamos, e por isso nos causam muito sofrimento.

A vida é feita de escolhas, e são elas que fazem o homem ser feliz ou infeliz, isto é, sofrer. É claro que existem as intercorrências(imprevistos), as missões de vida, os acordos, os pactos que também colaboram em nossa felicidade ou infelicidade, e que firmamos no plano espiritual com os nossos mentores espirituais, como partes dos nossos programas reencarnatórios, onde acordamos passar, ao reencarnar nesta vida terrena.

Viver na Terra não é fácil, sabemos disso; porém, é possível viver de forma mais leve. Mas o homem quando encarnado tem o dom de transformar sua vida na Terra muito mais difícil do que o necessário – são as escolhas que falei no início desse artigo.

Ou seja, as nossas crenças, o que acreditamos, influenciam muito em nossas escolhas diante da vida. Noto que muitas pessoas – principalmente os católicos, espíritas ou mesmo os espiritualistas – acreditam, e até pregam o sofrimento.

Então, defendem que, para depurar a alma é preciso sofrer e resignar-se. Resultado: Vidas cheias de sofrimento, martírio e de muitas dificuldades.

A figura de Cristo, sofredor, morto na Cruz para salvar a humanidade de seus pecados está muito presente no imaginário, no inconsciente coletivo de muitos brasileiros, um país predominantemente católico.

Noto também, que muitas pessoas negam, não aceitam que cultivam a crença no sofrimento; no entanto, suas vidas sofridas, cheias de problemas as desmentem.

Como pedir prosperidade a Deus se você cultiva a crença, o medo da falta de dinheiro?

Diz um ditado secular: “Deus não dá o que você pede, mas o que acredita”.

Acredito que essa crença limitadora pode ser um dos fatores – talvez o principal - que colabora para que a vida financeira/profissional de muitas pessoas seja um tobogã – de altos e baixos.

Ou seja, o tobogã financeiro é resultado de sua postura diante da vida, isto é, de sua autodesvalorização. É preciso valorizar-se, sentir-se merecedor do sucesso financeiro e profissional.

Se você não se valoriza, não se sente merecedor(a), a vida, as pessoas – sem mesmo saber, isto é, inconscientemente, vão te desvalorizar também.

A vida nos trata da forma como a gente se trata. Ela é como um espelho – se sorri para ela, vai sorrir para você, mas se fizer cara feia, ela fará o mesmo.

Então, sorria para a vida, que ela fará o mesmo com você. Tudo depende de sua postura, no que você acredita diante da vida. Mas você é livre para acreditar no que quiser. A escolha é sua!

Se você acredita, valoriza o difícil, que para conseguir algo tem que ser com muito sacrifício, com muita dificuldade, sofrimento, assim vai ser sua vida, tudo virá com muita dificuldade e sofrimento. Mas se escolhe acreditar que em sua vida tudo vai vir naturalmente, sem grandes dificuldades ou sofrimentos, certamente as coisas virão também dessa forma.

Em outras palavras, na vida tudo é ação e reação, causa e efeito. Ou seja, mudando a nossa postura, as nossas vidas também mudam.

Dependência e submissão excessiva ao marido


Paciente, 32 anos, médica, casada há 10 anos, tinha muito medo do marido pelo fato deste ser muito autoritário e dominador. Havia por parte dela uma dependência e obediência excessiva a ele, não tinha vontade própria, não era dona de sua própria vida.

Ela se sentia "refém", "prisioneira" das vontades dele. A sensação de incapacidade e medo de viver eram os sentimentos que mais a incomodavam. Ela me disse: " Eu quero de volta a minha vida".

Na primeira sessão de regressão à vida passada, ela se vê no Egito antigo. Seu nome é Isis, 23 anos. Está sentada no chão, num mercado de escravos, com lenço na cabeça, vestido de algodão, saco de algodão. Descalça, tem uma corrente no seu tornozelo do pé direito.

Seu pai, o mesmo desta vida, foi quem a acorrentou e a vendeu para um comerciante (ela identificou este comerciante como sendo seu marido da vida atual).

Ele a olha fixamente, fica encantada com ela à primeira vista. Ela é comprada e levada para casa dele. A sensação é sempre de concordância, aceitação como escrava, sem nenhuma revolta.

Há plena aceitação, sempre se vê sentada no chão como se fosse um papagaio, preso numa corrente. Seu dono, o comerciante, a trata como se fosse um bicho de estimação.

Ela diz que essa relação de dependência é muito boa, pois não precisava fazer nada. Sentia-se protegida por ele.

Diz ainda que veio pelo mar, mas não sabia de onde. Veio dentro de uma embarcação simples. O cais é muito pobre, há crianças brincando, mulheres com bebês no colo, homens fazendo negócio, todo mundo gritando... Além dela, há outras escravas, todas acorrentadas nos pés, uma puxando a outra.

Nesse mercado de escravas, ela se sentia solitária e com muito medo do que iria lhe acontecer. Após o comerciante comprá-la, ela entra pela porta do fundo da casa dele. Fica na cozinha. Há empregados que trabalham para ele. Ele tinha uma esposa que morreu durante o parto. Ela só escuta o que os empregados da casa comentam. Ela sempre se vê calada, nunca falava nada.

Em seguida, peço-lhe que avance na cena, anos depois. Ela acabou se envolvendo com um homem, fugindo com ele.

Isso provocou a ira de seu dono. Ele matou esse homem e a acorrentou novamente, voltando à condição de escrava. Ela fica conformada. Diz que aceitou muito bem o prazer de servi-lo. Há uma submissão total. Anos depois, seu dono morre de velhice. Mas, antes de morrer, ele a solta. Ela, como demonstração de gratidão, faz com ele um pacto de amor eterno, de união eterna. Ela sente que esse pacto é uma coisa muito forte.

Neste momento da regressão, ela percebe que esse pacto continua na vida atual e isto explicava o porquê de tanta dependência e submissão com o seu marido atual.

Após a morte dele, fica tomando conta da casa dele. Ele deixou as coisas para ela. Ela se vê vestida, mas continua sem alma, sem vontade própria. Fica sempre na cozinha. Os empregados fazem tudo.

Ela me diz que não tem vontade de sair dessa casa. Embora fosse um homem duro e autoritário, ele tinha um coração bom. Em seguida, peço-lhe que vá para o momento de sua morte nessa vida passada.

Diz que parou de comer por causa da tristeza. Não tem alma, sentimento, não tem vontade de viver. Não tinha sentido viver sem o seu dono e acaba morrendo. Após sua morte, ela se vê levitando e descansando...

Pergunto-lhe qual o seu propósito de vida na vida atual?

Ela me diz: "Eu vim para servir, mas, desta vez, de uma maneira digna, como médica. Vim para esta vida para me sentir bem e não ficar me rastejando como naquela vida passada. Essa é a minha missão de vida na encarnação atual e o meu principal aprendizado é me valorizar, resgatar a minha autoestima e autoconfiança”.

Após passar por outras sessões de regressão, a paciente se viu como prostituta, cujo pai a obrigava a se prostituir com os homens para sustentá-lo.

Numa outra vida, ela se vê tomando conta de um bar, servindo os clientes para sustentar seus 3 filhos. Levava uma vida de muita pobreza e humildade, sempre se vendo servil, com um lenço na cabeça.

Ela chegou à conclusão que o tempo dela e de seu marido de ficarem juntos, nesta vida atual, havia passado.

Então, ela estabeleceu como meta de vida, aprender a ser ela mesma, enfrentar a vida, tomar posse de si.

Ela me disse: " Eu tenho que buscar em mim mesma essa proteção e apoio que sempre procurei no meu marido." Ela se conscientizou de que ninguém poderia fazer isso por ela. Por isso, tomou a firme decisão de romper a dependência e submissão com seu marido, separando-se dele.

No final do tratamento, a paciente me disse: "Daqui para frente, vou andar com as minhas próprias pernas e reassumir a minha vida." Três meses depois da terapia, ela me encaminhou um e-mail dizendo que estava bem, havia se separado do marido, que cumpriu sua meta de vida, que é tomar posse, as rédeas de sua vida.


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T.R.E - Terapia Regressiva Evolutiva - A Terapia do Mentor Espiritual

 

 

 

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