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  • Osvaldo Shimoda

A Obsessão espiritual provoca doenças?


- Olá Dr. Osvaldo, tudo bem? Desculpe a longa demora em enviar-lhe um e-mail falando do meu progresso. Ao longo destas semanas que se passaram, depois do término da terapia, sinto-me mais tranquilo, com a autoestima e autoconfiança maiores. Meu problema de impotência sexual realmente sumiu, o meu trabalho e a área financeira estão indo muito bem. Quero lhe agradecer por me ajudar e pela oportunidade. Que Deus lhe abençoe e lhe dê tudo que precisa para continuar este maravilhoso trabalho. - Bom dia Dr. Shimoda, Sou a Maria de Andrade (nome fictício) e estive em seu consultório, conforme ficha em seu poder; há um ano tinha uma tosse crônica constante e quero lhe dizer que, graças a Deus e à terapia realizada em seu consultório, não tenho mais às crises de tosse. Se fico gripada até dá umas tosses, mas nunca mais tive aquela tosse crônica, que tanto me incomodava. Quero lhe agradecer pelo trabalho realizado e peço a Deus que lhe dê vida longa para que possa, através de seu trabalho, possa ajudar muitas outras pessoas, que, assim como eu, não sabiam mais o que fazer (paciente havia passado por vários especialistas - otorrinolaringologista, pneumologista, alergista, homeopata, etc..). - Olá Dr. Osvaldo, tudo bem? Fui sua paciente em setembro e outubro do ano passado. Eu não me recordo exatamente quais foram as datas, mas o procurei devido a alguns problemas, dentre eles, a obesidade. Sempre fui obesa (desde os sete ou oito anos de idade), fiz quatro sessões de TRE e, numa das sessões, senti algo sendo retirado de dentro de mim, como se fosse uma forma ovóide (paciente passou nessa terapia por uma cirurgia espiritual). Na ocasião, havia começado uma dieta (tratamento ortomolecular) no mesmo período da TRE e havia emagrecido 31 kg. Posso realmente afirmar que sou outra pessoa, pois, sou totalmente ativa, pratico corridas - já corri uma meia maratona.

Gostaria de lhe agradecer por toda sua ajuda e lhe dizer que esta terapia (TRE) realmente fez a diferença, pois, se não a houvesse realizado, tenho certeza que teria abandonado a dieta, como ocorreu anteriormente com as outras que fiz. Meu sincero muito obrigada, e continue realizando este trabalho de auxílio às pessoas que o procuram, para ajudá-las a resolver suas angústias. Estes e outros inúmeros e-mails de agradecimentos, que recebo em meu consultório, são depoimentos de pacientes que passaram antes pelo tratamento da medicina convencional, mas que não obtiveram êxito. Mas por quê?

Porque, infelizmente, muitos médicos (em sua grande maioria) ainda ignoram e desqualificam a existência da obsessão espiritual, essa grave enfermidade da alma e, portanto, não a tratam. A desqualificação se deve à sua formação acadêmica organicista do ser humano, não conseguindo vê-lo em sua totalidade: mente, corpo e espírito. Sendo assim, a obsessão espiritual, como enfermidade da alma, não decorre da ação patogênica de nenhum microrganismo conhecido pela medicina, mas, sim, de um agente etiológico (causador) jamais imaginado pela ciência, que é o próprio ser humano. Portanto, partindo da premissa do ser humano integral (mente, corpo e espírito), não é nenhuma heresia, nenhum absurdo, falarmos de influência espiritual, isto é, da obsessão espiritual na origem das doenças (veja o meu artigo “A Medicina já reconhece oficialmente a obsessão espiritual”).

As más influências exercidas pelos espíritos pouco evoluídos (seres desencarnados obsessores) na vida de uma pessoa, ocasionam sérios danos psíquicos (depressão, síndrome do pânico, fobias, TOC, transtorno bipolar, esquizofrenia, etc..), orgânicos (dores crônicas, febres, impotência sexual, perda da libido, zumbidos e tosses crônicas recorrentes, etc..), dificuldades financeiras, profissional e problemas de relacionamento conjugal, familiar, social e no trabalho. A obsessão espiritual pode ainda levar o paciente à loucura, à esquizofrenia, epilepsia, vícios em geral, ou mesmo ao suicídio. Talvez, para a maioria das pessoas, essa enfermidade da alma seja algo bastante longínquo, distante de sua realidade. Mas por quê?

Porque o assédio espiritual é muito sutil, a ponto do assediado não o perceber (a maioria das pessoas não vê os espíritos, com exceção dos médiuns clarividentes). Sendo assim, é muito raro alguém perceber que está sendo obsediado. Aproveitando-se de seu estado de invisibilidade, o espírito obsessor (desafeto do paciente, hoje seu algoz, pois, no passado, foi sua vítima, tendo sido prejudicado por ele) é movido a ódio e desejo de vingança e se utiliza de todos os recursos possíveis e imagináveis aos olhos do paciente para prejudicá-lo.

Não é à toa que os meus pacientes ficam surpresos, quando o seu obsessor espiritual se manifesta nas sessões de regressão, e, se surpreendem mais ainda, quando se curam, após terem se reconciliado com o seu algoz espiritual, através da oração do perdão, auxiliando-o a ir para a luz.

Por fim, quero esclarecer que o êxito dessa terapia, pode-se resumir na máxima secular médica:Eliminando-se a causa, elimina-se o sintoma”. Caso Clínico: Por que vivo doente?

Mulher de 41 anos, casada, um filho. Vou relatar o caso de uma paciente, que me procurou querendo entender por que motivo, desde criança, vivia doente? Era um poço de doenças. Na entrevista de avaliação (anamnese), ela assim me relatou: - Dr. Osvaldo, nasci muito magra, e, sempre adoecia; meus pais me diziam que, desde criança, sempre tive muita febre, me levavam aos médicos, e eles diziam se tratar de uma virose - era sempre assim.

Quando completei 7 anos - é a época que mais eu lembro -, vieram às feridas pelo corpo, nasciam do nada. O meu corpo ficava cheio de feridas, ia ao médico, fazia vários exames, e nada. Os médicos não sabiam o que era, qual a causa desses sintomas, mas, aos poucos, as febres e as feridas iam desaparecendo. Eu passava alguns meses, sem sentir nada; porém, sempre adoecia de alguma forma. Após às feridas, vinham as dores de garganta, que eram tão fortes que não conseguia engolir nem líquido, pois doía muito.

Os médicos diziam que era um surto, uma virose, e me passavam antibióticos fortíssimos, mas as dores e as feridas não passavam. Só após o 4º mês que eu começava a ficar boa, mas ficava muito magra, pois não comia, e aí vinham as dores de estômago e outros sintomas. E do mesmo jeito que vinham, os sintomas iam embora. Quando completei 15 anos, decidi não tomar mais remédios, pois não aguentava mais, sentia dores insuportáveis. Um dia acordei sem poder mexer as pernas, não sentia nada da cintura para baixo. Fiquei assim por vinte dias, depois voltei ao normal. Acho que ninguém, nem meus pais, acreditavam no que eu sentia, pois os médicos não encontravam nenhuma causa para essas doenças.

Contraí ainda uma pneumonia, com caroços que nasciam pelo meu corpo, e tive por três vezes infecção nas glândulas de Bartholin (são duas glândulas alojadas na parede vaginal, com função de lubrificar o canal vaginal para facilitar o ato sexual. A infecção e a obstrução do duto, com formação de um abscesso pode gerar na mulher muita dor e desconforto durante a relação sexual, dificuldade para caminhar ou sentar, pois a região vaginal infeccionada fica tensa, quente e muito sensível), enfim, sofri muito, pois sentia muitas dores e febres. Após passar pela TRE (quatro sessões de regressão) a paciente veio a descobrir por que adoecia constantemente? Na verdade, aquelas doenças não eram suas, não lhe pertenciam. Seu mentor espiritual lhe revelou, duas coisas importantes: 1) Que a sua missão de vida (como médium de cura) era de tirar as doenças das pessoas (as que tinham merecimento), e depois essas doenças seriam dissipadas de seu organismo (leia o meu artigo “Você duvida de sua mediunidade?”, onde esclareço melhor que muitos médiuns de cura necessitam tirar as doenças dos outros para reequilibrar o seu próprio sistema energético; não o fazendo, entram em desequilíbrio).

2) Quando ela entrava em sintonia com algum acontecimento negativo, ficando irada, ressentida, depressiva, brigando, etc., isso ia contra a sua essência, sua natureza (na verdade, a paciente era um anjo encarnado) e, com isso, atraía espíritos das trevas, que de alguma forma a assediavam. Ou seja, muitos espíritos obsessores vinham até ela, para que de alguma forma ela pudesse ajudá-los. Após o tratamento, ela me mandou um e-mail, que vou transcrevê-lo de forma resumida, por ser muito extenso: “Olá Dr. Osvaldo Shimoda, com relação à primeira revelação de meu mentor espiritual, nessa terapia, entendi muito bem e até fiquei feliz em ter uma missão de vida tão maravilhosa, que é de ajudar às pessoas a se curarem; porém, fiquei assustada com à segunda, pois realmente percebi que sempre sofro muito com o próximo, não fico só chorando, vou atrás para ajudar, qualquer pessoa que seja. Tudo me comove, não consigo dizer NÃO, e, quando digo, eu me sinto tão mal que acabo adoecendo. Mas como viver num mundo em que vêm acontecendo coisas tão horríveis, como sequestros, maldades, assassinatos brutais, estupros de crianças, violência, sem entrar em sintonia com a negatividade, a desconfiança, a insegurança, os medos, etc.?

Ocorreram coisas tão escabrosas em minha vida, e vou citar apenas uma, que para mim foi a pior coisa que me aconteceu. Uma pessoa próxima de mim, à qual eu queria muito bem e nunca, em nenhum momento, desejara-lhe mal; pelo contrário, sempre fiquei de seu lado, principalmente nos piores momento. Nos melhores todos ficam, não é mesmo?

Eu me decepcionei de tal maneira, que eu senti ódio pela primeira vez na minha vida (tenho hoje 41 anos). Para mim, a pior coisa que um ser humano pode fazer ao outro é imputar-lhe algo falso - falo de difamação e injúria.

O pior de tudo é que não consegui me defender e tudo ficou por isso mesmo. Não tive a menor chance de defesa, sendo que, qualquer pessoa que cometa um crime, tem o direito à ampla defesa. Essa pessoa me julgou e me condenou. Então, após ter conversado com o meu mentor espiritual, nessa terapia, na última sessão de regressão, à noite, antes de dormir, eu lhe perguntei o que fazer para que isso não acontecesse mais? (mesmo com o término da terapia, é comum o paciente continuar a conversar com o seu mentor espiritual).

Ele me respondeu assim: - Minha filha, você é um anjo enviado à Terra para alguns sacrifícios; se o que aconteceu com você foi realmente injusto, haverá a inversão das coisas, e quem irá adoecer é a pessoa que lhe causou o dano. São dadas a todos às mesmas condições nessa vida terrena; cabe, no entanto, o livre-arbítrio. Se essa pessoa agiu mal com você, com certeza o erro será reparado. Você terá que continuar ajudando os outros a se curarem, tirando-lhes suas doenças e seus males.

Deixe que nós cuidemos de você, pois, existem vários seres de luz ajudando-a nessa caminhada. Continue firme em sua jornada, siga perdoando, sabemos o quanto você sofre; porém, precisa passar por determinadas experiências já que isto faz parte da sua missão. Não se preocupe com a difamação e a injúria, sabemos muito bem quem é você; sabemos quem é quem e o que cada um é capaz de fazer.

Conclusão: Com relação à sintonia com espíritos trevosos que possam vir a lhe obsediar, siga em oração. “Orai e vigiai”, dizia o mestre Jesus; então, siga em frente e acolha quem quer que esteja precisando de sua ajuda. Lembre-se que a obsessão espiritual não é só dos espíritos desencarnados; os seres encarnados também lhe obsediam. Deve aprender e estar sempre em sintonia com os seres de luz, para que não sofra mais do que você já sofreu.

Sabemos que deseja muito deixar este planeta, pois está cansada, porém, tenha calma. A causa da maioria das doenças é a intervenção de seres obsessores que de alguma forma querem prejudicar o ser encarnado, por conta de acontecimentos de outras vidas (o obsessor espiritual foi prejudicado pelo encarnado no passado, isto é, em outras vidas). O obsessor espiritual quer que a pessoa encarnada sinta exatamente o que ele sente ou sentiu no passado. É por isso, que, na maioria das vezes, as pessoas buscam a origem da cura e não a acham, pois não investigam, ignoram a causa espiritual na gênese de suas doenças. No seu caso, você continuará sentindo dores e tendo doenças, mas, saiba que é uma forma de ajudar às pessoas.

Não esqueça que essas doenças, não são suas, mas, fazem parte de sua missão de ajudar os necessitados, como médium de cura, nesta jornada terrena.





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